Gladson Cameli defende causas da engenharia acreana

O deputado federal Gladson Cameli foi recebido na manhã de terça-feira, 27, pelo presidente do Sindicato dos Engenheiros do Acre (Senge), Sebastião Fonseca, colocando-se novamente a disposição da classe da engenharia, agronomia, arquitetura e tecnólogos do Acre.

Numa conversa franca, Cameli destacou  seu trabalho de três anos e meio junto ao Congresso Nacional, principalmente dentro dos ministérios, entre eles o das Cidades, sendo ele um dos parlamentares que mais empenhou e liberou emendas orçamentárias para o Acre, somando um total de R$ 38 milhões.
A maioria desses recursos estão sendo investidos na área de infra-estrutura, incluindo construção de casas populares, praças, pavimentação, além de áreas relacionadas ao trânsito como a mobilidade urbana.

No encontro, Tião Fonseca detalhou o trabalho do Sindicato dos Engenheiros no Acre e a luta pela melhoria e valorização da classe com a aprovação da Lei Cartaxo, a realização do Fórum Internacional de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, o projeto de Lei Engenharia Pública e ainda o movimento Cresce Brasil, idealizado pela Federação Nacional do Engenheiros (FNE), através do presidente Murilo Campos.

“Cerca de 75% dos imóveis de Rio Branco estão de alguma forma irregulares porque os cidadãos de baixa renda fazem suas casas sem a consultoria e participação de um profissional de engenharia. Eu como engenheiro e deputado federal mantenho-me a disposição da so-ciedade, do Senge e do Crea para apoiar o projeto da Engenharia Pública, de autoria do vereador Ricardo Araújo, no que for preciso”, disse Cameli.

O anteprojeto de lei intitulado de Engenharia Pública consiste em disponibilizar à população de baixa renda o atendimento dos profissionais de engenharia civil, na hora de construir suas casas, evitando erros que prejudicam condições de desconforto e segurança indo de encontro às normas do código de obras do município, automaticamente colocando o imóvel em situação irregular, passivo de punição e podendo chegar ao extremo que é a demolição da casa.

Gladson Cameli, que também é engenheiro civil filiado ao sindicato dos engenheiros, também elogiou a participação do Senge e do Crea na busca do desenvolvimento sustentá-vel com inclusão social.

O movimento Cresce Brasil foi o meio de mobilização nesta busca que visa  tirar o Brasil da estagnação e voltar a crescer 6% ao ano, distribuindo renda de forma sustentável. Para que isso ocorra precisa-se de mudanças na política econômica para se estimular investimentos produtivos.  

Tião Fonseca agradeceu a disposição de Gladson Cameli em apoiar a engenharia acreana e a acrescentou que há vários meios e muitas lutas para serem conquistadas pela classe. Com o aval de Murilo Campos, da FNE, Fonseca afirmou que está disposto a apoiar Cameli nesta empreitada em favor da engenharia acreana.

“Ficamos gratos com o compromisso e o empenho de um deputado federal que é engenheiro civil nos valorizar e procurar trabalhar em defesa dos nossos direitos, dos nossos sonhos e das nossas lutas como profissionais e cidadãos acreanos”, disse Tião Fonseca. (Assessoria)

 

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