Polítcia local 05/08/2010

“Estou procurando os amigos para pedir votos: o que tenho a oferecer é um mandato digno”.

Ex-governadora Iolanda Lima, candidata a deputada estadual.

Tudo em casa
Como a coluna tinha anunciado que, caso o ex-prefeito Deda (PP) tivesse o nome impugnado pelo TRE/AC, não iria recorrer e lançaria a mulher e deputada Maria Antonia (PP) à reeleição. Ontem, pela manhã, Deda renunciou e registrou a candidatura dela no seu lugar. Ela não foi uma parlamentar atuante, mas, é simpática, tem reduto e é forte nome no PP.

Tijolinho é o cara
Tijolinho poderá ser candidato a governador, sim senhor! Basta substituir o vice impugnado e estará apto para a disputa. Tijolinho é o “cara”, e eleição sem ele não teria graça alguma.

Trombando
Ao se negar acatar sentença judicial de demitir médicos ilegais na prefeitura de Acrelândia, o prefeito Carlinhos não peita o CRM, mas sim o juiz federal Jair Facundes, autor da decisão.

Mais prático
Não existe nada mais prático aos candidatos que tiveram os registros negados pelo TRE/AC, a não ser desistir de concorrer, pois a tendência no TSE é que as impugnações sejam mantidas.

Esquecendo um nome
Tenho visto listas de possíveis eleitos na coligação PT-PDT-PR-PTN sem um nome: o do ex-prefeito Itamar de Sá (PT) que, podem anotar, disputa com muita chance uma vaga na Aleac.

Cabo eleitoral forte
Itamar de Sá tem a memória eleitoral de pleitos passados no Juruá e terá como principal cabo eleitoral a mulher e deputada Perpétua de Sá (PT), carismática, o que já é um grande passo.

Nome nas bibocas
Candidatos com os quais converso estão assustados com o volume de campanha da Antonia Lucia (PSC), candidata a deputada federal, com propaganda em tudo que é biboca da cidade.

Na berlinda
Tarcísio Pinheiro, Eber Machado, Roberto da Princesinha, Ed Celular, Edvaldo Sousa, Silva são os nomes mais fortes da coligação PTC-PSDC que faz um deputado, e dois já seria saldo.

Cumprindo a lei
É uma bobagem alguns candidatos estarem prometendo um “protesto” em frente ao TRE por terem os registros negados. Os juízes fizeram o que era para ser feito: cumpriram a legislação.

Cúmulo do ridículo
Não vão reverter as decisões e ainda servirão de galhofas pelo papel ridículo.

Bala na agulha
Dos deputados estaduais o que mais tem carros circulando com adesivos e com um visual forte nas ruas é o deputado Ney Amorim (PT) que se saiu cedo é porque tem muita bala na agulha.

Esperando o bônus
Vereadores da FPA candidatos à Aleac estão bufando contra o prefeito Angelim, por não ter sinalizado até o momento com alguma ajuda, compensando a lealdade na Câmara Municipal.

Choro do surubim
Segundo os queixosos, eles entraram com o ônus de defender o prefeito Angelim, e quem não moveu uma palha e hoje é candidato a deputado, estaria recebendo ajuda de seus secretários.

Mané desolado
O deputado Manoel Machado (PRTB) estava desolado ontem com o veto ao registro de sua candidatura à Aleac: “ajudei muita gente a subir, ganhar cargos, hoje ninguém me ajuda”.

Candidatura sub judice
O ex-governador Romildo Magalhães (PSC) resolveu recorrer ao TSE da impugnação no TRE e continuar tocando a sua candidatura, naquela de o risco que corre o pau corre o machado.

Fiscais eleitorais
Ontem, em cada esquina da cidade tinha pelo menos quatro fiscais de trânsito, tudo contrato provisório no Detran. É assim em toda a eleição nos três meses que antecedem a votação.

Prática antiga
Esta prática vem de eleições passadas e é uma forma de conseguir alguns votos a mais.

Sem flanco
A oposição não tem só que enfrentar um candidato ao governo competitivo, líder nas pesquisas, como o senador Tião Viana (PT), mas também um nome sem flancos para bater.

É uma virtude
O único ataque que os adversários podem lhe fazer durante a campanha é o de torcer pelo Fluminense, só que isso, longe de ser um defeito, é uma virtude altamente elogiável.

 Tática tola
Vez por outra a oposição cita que Jorge Viana foi um fracasso como governador, e só caiou a cidade. Fosse isso mesmo, ele seria detestado e não teria 64% nas pesquisas para o Senado.

Ócio remunerado
Ontem, dia de trabalho normal na Assembléia Legislativa, não teve “quorum” para realizar a sessão. Apareceram três deputados e todos para resolver negócios em seus gabinetes, sem paletó, em traje esporte. Só que ao final do mês vão receber os salários integrais, uma espécie de ócio remunerado. E como é o povo que paga a conta, vão levando por cima da pausada.

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