Muito o que fazer

O Acre comemora hoje mais um aniversário do início do que ficou conhecida como “Revolução Acreana”, que fez brasileiro este lado mais ocidental da Amazônia. Uma história bonita, épica, mas ainda a ser completada.

Independentemente das interpretações que se dêem a esse movimento, o importante a considerar é que mais de um século depois há muito ainda o que fazer para que este Estado e seu povo atinjam condições de vida satisfatórios.

Ontem mesmo, os veículos de comunicação registraram a retirada, com a força policial, de dezenas de famílias de uma área da cidade. Literalmente, mulheres, crianças e velhos ficaram sem teto, ao relento.

Um exemplo apenas do quanto ainda é preciso fazer para dar condições de moradia digna, educação, saúde à população mais pobre.

Muito já se fez e se vem fazendo, faz-se inclusive propaganda do bom momento pelo qual o Estado vem passando. Nada a opor, desde que não se repitam a tragédia e farsa de outros ciclos econômicos que beneficiaram apenas uma elite perdulária e ignorante que não soube ou se recusou a transformar e distribuir a riqueza em bens sociais.

 

 

 

 

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