9 de fevereiro de 2026
Jornal A Gazeta do Acre

GAZETA 93,3FM Ouça agora

Sem resultados
View All Result
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • POLICIA
  • Geral
  • POLÍTICA
  • Colunas & Artigos
    • Roberta D’Albuquerque
    • O prazer é todo meu
    • Marcela Mastrangelo
    • Beth Passos
  • Social
    • Márcia Abreu
    • Giuliana Evangelista
    • Beth News
    • Jackie Pinheiro
    • Roberta Lima
    • Gazeta Estilo
  • Publicações Legais
    • Publicações Legais
    • Comunicados
    • Avisos
    • Editais
Jornal A Gazeta do Acre

GAZETA 93,3FM Ouça agora

9 de fevereiro de 2026
Sem resultados
View All Result
Jornal A Gazeta do Acre
Sem resultados
View All Result

Promotora detalha ações do MPE e pede mais atitude da população

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
26/08/2010 - 15:12
Manda no zap!CompartilharTuitar

Sema, Imac, Ibama, CBM, PM, PF, PC, prefeituras e o até 4º Bis/Exército. Todos juntos para combater as queimadas, mas nem sempre foi assim! Em grande parte, a união destes órgãos foi possível graças à mobilização do Ministério Público Estadual (MPE/AC) em torno deste fim maior, que é erradicar os incêndios locais. Para mostrar como esta idéia se tornou realidade, a promotora de Defesa do Meio Ambiente da Bacia do Baixo Acre, Meri Cristina, fez um resgate dos feitos e do papel do Ministério Público ao longo dos últimos anos, e aproveitou para reafirmar os deveres que a população tem nesta causa.
Promotora-Meri-Cristina
De acordo com a promotora de Justiça, há muito tempo o MPE já vinha alertando sozinho sobre os riscos das queimadas, mas a partir da catástrofe de 2005 o órgão passou a agir de forma mais ativa. O Ministério Público começou a incentivar as instituições do governo e das prefeituras a juntarem seus esforços, articulando, orientando e cobrando as devidas precauções que o poder público deveria tomar sobre o problema.

Nesse sentido, Meri Cristina conta que o MPE criou um grupo interno para lidar com a temática de modo específico. A partir daí, fizeram uma série de recomendações para abrir os olhos da sociedade sobre os riscos das queimadas, crimes ambientais, danos sociais e a relevância de ações conjuntas para lidar com o problema. Além disso, o órgão pediu a criação de comitês de defesas civis municipais, planos de contingência nas prefeituras, estruturação de uma rede de gestões de riscos e o treino de brigadas contra incêndios.

A meta foi criar políticas públicas para prevenir e combater os incêndios. Consolidada esta parte, o MPE ampliou as ações. Foi quando, em 2009, impetraram, com o MPF, a Ação Civil Pública (ACP) de extinção gradual das queimas legalizadas. De acordo com Meri Cristina, pequenos agricultores criticaram a medida, mas a verdade é que o órgão foi o primeiro a tentar defendê-los, por crer que eram os únicos necessitados do fogo.

“A ação não pedia só extinção. Também cobrava técnicas alternativas. O TSF negou tal item. E isso é muito ruim porque tirou a eficácia do produtor familiar nos outros meios. Agora, eles seguem abusando do fogo e causando queimas generalizadas no campo, por isso que o Imac suspendeu autorizações. Somada com as queimadas urbanas, o resultado é esse cenário climático caótico e descontrolado que presenciamos”, pondera ela.

Com a nova fase incisiva e diante da atual conjuntura, a promotora ressalta que o MPE passou a agir na cola (e junto) do Estado para incentivá-lo a cada vez mais fazer ações de combate e prevenção que mantenham forte a luta contra o fogo. A mais recente é a Recomendação Conjunta da semana passada, junto ao MPF e destinada ao Ibama, Imac, Incra e ICMBio (instituições propagadoras), a fim de reforçar os deveres dos proprietários e produtores para com seus imóveis rurais (o que fazer, omissão, responsabilidade, etc).  

RECEBA NOTÍCIAS NO CELULAR

A partir das parcerias do MPE junto ao governo e às prefeituras, as ações conjuntas se tornaram prioridade, ainda mais após as previsões críticas de que as condições do clima acreano devem se agravar. Entretanto, todo o esforço público jamais será suficiente para superar a ameaça de um novo colapso ambiental. Conforme Meri Cristina, o único jeito de superar a crise é tendo iniciativas mais enérgicas também por parte da população.

“Ano após ano, acompanhamos o quadro das queimadas locais para tentar evitar um mal maior. À medida que o risco cresce, intensificamos a cobrança. E o combate, aos poucos, está aumentando. Mas o ritmo dos tocadores do fogo ainda é maior. Por isso,  queremos que a sociedade também nos ajude a resolver as coisas. Na atual situação, até um palito de fósforo pode gerar um grande incêndio. As pessoas precisam saber disso, e aprender a ter precaução. Assimilar um novo modo de vida, com certo cuidados com o fogo”, relata.

Marcha de protestos na terça é elogiada pelo MPE
Entre os percursos dos estudantes e trabalhadores, a marcha contra queimadas da última terça teve breve passagem pelo Ministério Público Estadual. Com tanto envolvimento em prol de uma causa tão nobre, a promotora Meri Cristina elogiou bastante a posição ativa que tal parcela da sociedade civil adotou com o ato. Contudo, ela não deixou de destacar que se a população tivesse a mesma vontade de se envolver nesta luta mais vezes, a situação atual do Acre poderia ser bem melhor.

“O esforço contra as queimadas deve ser coletivo e permanente. Portanto, eu peço que a população participe todos os dias, a todo instante. As pessoas não podem mais permitir e nem aceitar o uso do fogo. Vejo a indignação neste manifesto como algo positivo, mas que deve ir muito além das cobranças. Cada um deve assumir o seu compromisso: não queimando, mobilizando outros e denunciando sempre os incendiários”, cobra Meri Cristina.  

Situação dos focos de calor: 2.254 ocorrências
Desde 1º de janeiro até o final da tarde de ontem (25), o Acre já registrava 2.254 focos de calor, de acordo com o monitoramento on-line do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os ‘campeões de queimas’ são os arredores dos municípios de Feijó (233), Quinari (222), Tarauacá (222) e Rio Branco (215). Quanto às queimadas urbanas, a Capital já passa da marca dos 1.530 casos registrados pelo Ciosp.

Traçando um comparativo com o ano de 2005, o Estado tinha neste mesmo período (1/1 a 25/8) 8.046 focos, com destaques para Plácido (1.047), Acrelândia (879) e Rio Branco (812). Isto é, o Estado possui hoje 28% a menos de queimadas no campo do que tinha há cinco anos (5.792 focos: quase um terço). Na parte de queimas urbanas, em contrapartida, o número é quase o triplo, pois 2005 tinha cerca de 600 ocorrências (150% a menos).

As condições climáticas devem ficar mais propícias às queimas ilegais até o final da semana. A respeito das fumaças, a troca no sentido dos ventos (do Norte para o Sul) reduziu a concentração local, mas ela pode voltar a qualquer momento, caso as correntes de ar mudem de novo. Quanto ao nível do Rio Acre na Capital, ele permanece na faixa de 1,90m, tendo baixas diárias de 1 a 2 cm. 

 

Siga 'A Gazeta do Acre' nas redes sociais

  • Canal do Whatsapp
  • X (ex-Twitter)
  • Instagram
  • Facebook
  • TikTok



Anterior

Flaviano Melo conversa com a população do Alto Juruá

Próxima Notícia

Acadêmicos protestam por qualidade de ensino e de estrutura física na Ufac

Mais Notícias

Retorno das famílias começa hoje - Foto: Arquivo/Defesa Civil
Geral

Rio Acre baixa para 9,97 metros e prefeitura inicia retorno de famílias atingidas pela cheia em Rio Branco

09/02/2026
Foto: Anne Nascimento
6º destaque

Sine oferta 381 vagas de emprego no Acre para produção, obras e comércio; veja como se candidatar

09/02/2026
Foto: Iryá Rodrigues
1º destaque

Segunda-feira no Acre será de calor, alta umidade e chance de chuvas pontuais, aponta previsão

09/02/2026
Jovem fica ferido após ser atingido por touro durante treino para rodeio em Porto Acre
3º destaque

Jovem fica ferido após ser atingido por touro durante treino para rodeio em Porto Acre

08/02/2026
Mulher sofre crise epiléptica em açude e é socorrida pelo SAMU em Rio Branco
Destaques Cotidiano

Mulher sofre crise epiléptica em açude e é socorrida pelo SAMU em Rio Branco

08/02/2026
Campanha de doação de sangue na Ufac começa segunda e segue até quarta em Rio Branco
Geral

Campanha de doação de sangue na Ufac começa segunda e segue até quarta em Rio Branco

08/02/2026
Mais notícias
Próxima Notícia

Acadêmicos protestam por qualidade de ensino e de estrutura física na Ufac

Governo coloca 600 policiais nas ruas a partir de hoje

Jornal A Gazeta do Acre

© 2022 - Todos os direitos reservados. A Gazeta do Acre

  • Expediente
  • Fale Conosco

Sem resultados
View All Result
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • Polícia
  • Geral
  • Política
  • Colunistas & Artigos
    • Roberta D’Albuquerque
    • O prazer é todo meu
    • Marcela Mastrangelo
    • Beth Passos
  • Social
    • Márcia Abreu
    • Giuliana Evangelista
    • Beth News
    • Jackie Pinheiro
    • Roberta Lima
    • Gazeta Estilo
  • Publicações Legais
    • Publicações Legais
    • Comunicados
    • Avisos
    • Editais
  • Receba Notícias no celular
  • Expediente
  • Fale Conosco

© 2022 - Todos os direitos reservados. A Gazeta do Acre