Política local 28/09/2010

“A oposição vai perder o governo por passar a campanha inteira batendo no Tião Viana”.

Deputado Hélder Paiva (PR).

A culpa não é só do mordomo
A juíza Mirla Regina, no seu artigo sobre a mistura do profano com o religioso na política, omitiu algo mais grave, e que causa muito mais prejuízo às eleições limpas: o uso da máquina pública nas campanhas políticas, que começou no governo Guiomard Santos. Um exemplo é candidato de baixo poder aquisitivo aparecer na eleição com campanha milionária nas ruas.

Não era nada
Atacar adversário bem nas pesquisas virou a máxima dessa campanha. É uma bobagem, isso não funciona, se funcionasse Jorge Viana (PT) não seria nada no Acre, de tanto criticado.

Hora de apertar
Nessa última semana é quando aperta a compra de votos através de listas, comandada por certas figurinhas carimbadas do movimento comunitário e por certos empresários manjados.

Tática em vigor
Nos bairros periféricos, onde há uma placa de candidato a deputado, comumente costuma ser a referência dos pontos de compradores de votos nessa eleição. A informação é segura.

Omissão corrigida
Por um lapso faltou incluir na relação de fortes candidatos a deputado pelo PT, entre os sem mandato, Merla Albuquerque, que virá de Feijó com boa votação e ainda tem base na Capital.

Ponto certo
O que mais tenho ouvido de elogios sobre a campanha do candidato ao governo, Tião Viana (PT), no horário eleitoral, é que ele esquece os adversários e se limita a falar do seu projeto.

Bem diferente
O candidato ao governo, Tião Bocalom (PSDB), como oposição tem todo direito de criticar, denunciar o que acha errado no governo da FPA, mas tem a obrigação de apresentar soluções.

Melhor no debate
Não voto na candidata Marina Silva (PV), por isso, essa é uma opinião insuspeita: foi a mais tranqüila, a que melhor vendeu suas idéias, no debate com os presidenciáveis, na Record.

Há que se reconhecer
Ninguém na imprensa foi mais crítico da secretária de Segurança, Márcia Regina, do que eu, mas tenho que reconhecer que, hoje o sistema melhorou, com a presença da polícia nas ruas.

Fator inibidor
Só a polícia na rua não resolve o problema da violência, mas funciona como um fator inibidor.

Campanha na internet
Corre na internet, uma forte campanha de internautas, pedindo votos para o Tijolinho (PRTB).
 
Muita equilibrada
Não falo por falar, mas, pelos números que tenho tido acesso: a disputa para o governo na Capital será dura. Mas, o mesmo não acontece no interior, onde o candidato da FPA dispara.

Deslanchada final
Com a entrada em funcionamento de uma usina de processar asfalto, recém adquirida, o prefeito Wagner Sales (PMDB) vai dar a deslanchada que faltava na área da infra-estrutura.
 
Quase imbatível
Wagner Sales, com as emendas parlamentares que estão caindo na conta da prefeitura, deverá chegar na próxima eleição municipal forte, quase imbatível, se resolver disputar a reeleição.

Prova de força
O candidato Jamil Asfury (DEM) deu uma prova de força com a sua carreata gigante.

Diversidade na política
Na atual campanha alguns candidatos escondem sua preferência homosse-xual como se isso fosse algum crime: temos duas candidatas lésbicas e quatro candidatos gays nos armários.

Como quiser
Cada um usa o corpo como bem entender, só que esconder isso é reforçar a homofobia.

Continua candidato
A cassação do registro da candidatura do deputado N. Lima (DEM) não o impede de conti-nuar com a sua campanha, desde que impetre recurso ao TSE.

Como sempre
O PT fez ontem uma passeata alegre, com muita gente, pelas ruas da cidade. O destaque ficou com o pai do Jorge e do Tião Viana, Wildy Viana, com 82 anos, que cumpriu a pé o percurso.

Aguardar a oposição
Agora é aguardar a passeata dos partidos de oposição, a acontecer esta semana.

Aperto final
A Justiça Eleitoral, o MPE e a PF ajudaram muito a democracia nesta eleição, mas tem que na reta final apertar mais a fiscalização nos bairros periféricos, nos postos de gasolina, sobre alguns empresários, saques e transferências bancárias altas; em cima de manjados dirigentes comunitários que, costumam fazer o pagamento de listas, de hoje até a véspera da eleição.

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