Em caminhada na Baixada, Jorge Viana recebe apoio do povo

Por onde passa nessa campanha eleitoral, o ex-governador Jorge Viana, candidato a uma vaga no Senado pela Frente Popular, tem recebido muitos agradecimentos pelos investimentos feitos nos 22 municípios nos seus dois mandatos e, principalmente pelo resgate da autoestima do povo acreano. Nos bairros, nas vilas mais distantes, nas ruas de Rio Branco, Cruzeiro do Sul ou do Jordão, Jorge Viana é parado a todo instante pelo povo que reconhece seu trabalho e reafirma o compromisso de elegê-lo senador dos acreanos.

Na sexta-feira passada, Jorge Viana recebeu mais uma demonstração de carinho e afeto: o poema escrito pelo jovem Alessandro Borges, morador da Baixada do Sol em Rio Branco e po Maria Rosa Silva Barros, que transformou em versos o sentimento de gratidão ao ex-governador e, principalmente, à Frente Popular do Acre pelas mudanças realizadas no Estado nos últimos 12 anos.

“Manifestações como essas nos fortalecem, nos dão força nessa reta final da campanha e nos animam a seguir em frente. Ouvir de um jovem como o Alessandro, palavras tão bonitas sobre o nosso Acre, sobre a nossa gente e sobre o governo da Frente Popular nos mostra que estamos no caminho certo”, disse Jorge.

Jorge Viana também destacou a importância do trabalho da Frente Popular nos mais diversos segmentos da sociedade acreana, não só na economia, mas também na educação, para que jovens como Alessandro pudessem desenvolver seu talento pela arte transformada em versos de amor ao Acre.
“Eu fico feliz, porque sei que é um sentimento genuíno. É o sentimento do nosso povo. E é uma alegria ler os versos desse jovem que soube aproveitar as oportunidades que a vida lhe deu para transformar em belos versos um pouco da nossa história”, disse Jorge Viana.
Abaixo os versos do poeta da baixada Alessandro Borges.

Coração Vermelho
Meu coração é vermelho,
Pois não sou descaso,
Inverdade, o crime organizado.

Sou o parque da maternidade,
A estrada do pacífico,
A beleza exuberante desta cidade.

Meu coração é vermelho,
Pois não sou o braço macabro do motosserra,
A impunidade,
A bandeira instigante da guerra.

Sou manejo florestal,
O álcool verde, o Chico universal.

Meu coração é vermelho,
Pois não sou famigerado pelo poder,
Improdutividade,
Sonho distante de acontecer.

Sou Memorial dos Autonomistas,
O museu da borracha sagrada,
O Galvez de soberanas conquistas.

Meu coração é vermelho,
Pois não sou ingrato,
Não cuspo no prato que famelicamente um dia comi.
Vivo sempre no lugar onde nasci.

Sou moradia digna dos mais sofridos,
A luz elétrica dos ribeirinhos,
O grito de alerta dos oprimidos.

Meu coração é vermelho porque lidamente vislumbra um futuro ainda mais promissor:
Cheio de saúde, segurança e educação.

Definidamente meu coração é vermelho por nobre opção!
Batendo compassadamente no peito da criança,
Do jovem, do adulto, do idoso desta destemida multidão.

Alessandro Borges
Poeta da Baixada

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