Política local 06/10/2010

“Nem em pensamento eu serei candidato a prefeito de Rio Branco em 2014”.

Senador eleito Sérgio Petecão (PMN).

Vingança maligna
Dirigentes do PSDB, segundo informação, nem pensam em expulsar o prefeito de Feijó, Dindim (PSDB), por sua omissão na última eleição em relação aos candidatos majoritários do partido. Será uma “vingança maligna” negar a legenda para disputar a reeleição em 20014.

Perfeitamente possível
Desde que a direção regional resolva confirmar esta decisão, é juridicamente possível.

Grande equívoco
Os tucanos acham que o problema do Dindim é de ego, por se achar um grande líder político.

Caciques sem taba
Deputados de peso da oposição foram rifados nas urnas: Donald Fernandes (PSDB), Luiz Gonzaga (PSDB), Josemir (PR), Idalina Onofre (PPS) e Luiz Calixto (PSL), tidos como favoritos.

Derrota inesperada
Outra derrota inesperada foi a do deputado Delorgem Campos (PSB), cuja reeleição era dada como certa. Por conta disso não o coloquem na mesma mesa com a prefeita Leila Galvão (PT).

Candidato a prefeito
Deverá ser candidato a prefeito de Brasiléia em 2012 para trombar com a Leila Galvão.

Jonas Lima
Quem leu a coluna dias antes da eleição viu: “Jonas Lima (PT) pode se eleger deputado”. E para quem não acreditou, ele se elegeu na chamada “chapa da morte” com PT-PDT-PR-PTN-PHS.

Aguardando a recuca
O deputado N. Lima (DEM), mesmo com os boatos que não podia ser votado, conseguiu beirar os 4 mil votos. Se absolvido no TSE, toma a vaga da deputada eleita Marileide Serafim (PSDB).

Pode mexer
Dependendo da votação e da absolvição de candidatos malhados no “Ficha Limpa”, poderá haver mudanças na atual composição de deputados eleitos, com modificações nas legendas.

Antes do segundo turno
O STF deve decidir se o “Ficha Limpa” vale ou não para esta eleição, antes do segundo turno.

Bancada evangélica
Astério Moreira (PRP) Denilson Segóvia (PSC), Jamil Asfury (DEM), Jonas Lima (PT) e Hélder Paiva (PR), Marileide (PMN), Toinha Vieira (PSDB) integrarão a “bancada evangélica” na Aleac.

Análise errada
É simplório atribuir ao deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) a perda da segunda vaga de senador. Perdia qualquer um. Não fosse assim o Petecão não seria o mais votado na Capital.

Recado mal-humorado
Aqui na Capital o que houve foi um recado mal-humorado aos gestores municipal e estadual que não se governa impunemente com tecnocratas e deixando a classe política de escanteio.

Donos da empáfia
O que acontece em se ter secretariados puramente técnicos é que estes ao sentar na cadeira de chefe acham que chegaram onde estão por concurso público e não devido a ação política.

Exemplo nacional
Quando tentou governar só com o PT, o presidente Lula foi para o fundo do poço na opinião pública, e só chegou aos píncaros da popularidade depois de abrir o governo para os aliados.

Outra infantilidade
Outra tola é atribuir demasiada importância à figura do Tião Bocalom (PSDB): a sua estupenda votação se deu como uma resposta do povo ao fato do PT governar fechado num gueto.

Mesma opinião
Conversei ontem na Assembléia Legislativa com quatro deputados da FPA e dois novatos eleitos e todos atribuindo a perda da eleição na Capital ao desdém para com os políticos.

É do ramo
Como o futuro governador Tião Viana (PT) é do ramo, creio deve dar ao seu governo não só um perfil técnico, mas também político, porque as eleições municipais estão a caminho.

Psiu, silêncio!
A ansiedade da coluna é saber que novos deputados vão compor a “bancada dos mudinhos”.

Troféu besteirol
E também ansiosa para saber qual dos novos eleitos levará o primeiro “Troféu Besteirol” do mês.

 Primeiro sinal
O deputado federal eleito Márcio Bittar (PSDB), campeão de votos no Acre, foi recebido após a eleição com a mais absoluta frieza pelo candidato derrotado ao governo, Tião Bocalom (PSDB).

 Confronto previsível
Márcio Bittar (PSDB) e Tião Bocalom (PSDB) são dois tucanos que não se beijam porque querem disputar a Prefeitura de Rio Branco em 2012, e o confronto entre ambos será algo inevitável.

Nem mel nem cabaça

No último mês da campanha foram visíveis ações de fogo amigo contra o deputado federal Fernando Melo (PT) para desidratar a sua candidatura e engordar a candidatura de Léo Brito (PT). Resultado da ação desastrada: perdeu Fernando e perdeu Léo . Nem mel e nem cabaça.

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