Política local 07/10/2010

“A camisa do São Paulo é o menor zoológico do mundo: só cabe um veado”.

Frase do livro de piadas sobre o São Paulo Futebol Clube.

Outra situação
Tião Viana tem que ser o governador do Acre e não do PT, caso queira juntar os cacos da derrota, na Capital. A sua entrevista de ontem indica estar no sentido certo: manteve a humildade e deu sinal que sua gestão vai aliar o técnico ao político. Foi exatamente o excesso de burocratas na máquina governamental e o menosprezo aos aliados a causa dessa derrota.

Agora é o Acre
Temos que ter consciência política a favor do Acre neste segundo turno. Para o Estado é bem melhor ter uma Dilma Rousseff (PT) na presidência do que o tucano José Serra (PSDB).

Provando do veneno
O deputado Delorgem Campos (PSB) e o presidente Gabriel Maia (PSB) ao expulsar Walter Prado e Astério Moreira do PSB: Delorgem perdeu a eleição e o partido encolheu na Aleac.

Rindo de camarote
Walter e Astério se elegeram a deputados e o PSB, que tinha dois, só terá um deputado na Aleac.

Fora do debate
O governador eleito Tião Via-na (PT) disse ontem que não vai participar da campanha do referendo. Como autor do projeto que mudou o fuso horário quer deixar o povo decidir.

Faltou o nome
Na relação de ontem dos deputados evangélicos faltou citar o deputado Walter Prado (PSB).

Missão difícil
Os novos deputados de oposição vão ter a difícil missão de substituir um N.Lima, Luiz Calixto, Idalina Onofre e Donald Fernandes, que colocaram nesta legislatura os governistas na parede.

A se confirmar
Para não ser açodado é esperar para ver se a bancada de oposição será atuante. Tenho dúvida.

Bancada do batom
A “bancada do batom” diminuiu na Assembléia Legislativa. A sua composição caiu de quatro para três deputadas. A nova cara é a deputada Marileide Serafim (PMN), muito preparada.

Nome no debate
O deputado Hélder Paiva (PR) se recusa a fazer qualquer comentário sobre a presidência da Aleac, embora, pela seriedade, lealdade, humildade, qualificação, seja um bom nome.

Escapou por pouco
A pressão do grupo palaciano para eleger a qualquer custo Léo Brito (PT) deputado federal, por pouco não derruba o deputado Taumaturgo Lima (PT), que escapou da arapuca.

Absoluta razão
Seja qual for a decisão política a ser tomada pelo deputado federal Fernando Melo (PT), vítima principal desse esquema de canibalismo, terá a mais absoluta razão porque foi leal à FPA.

Despojado de vaidade
Conversei ontem com o governador eleito Tião Viana (PT). Sua eleição não mudou a sua personalidade, continua despojado de qualquer vaidade por conta da sua vitória.

Questão fechada
Pelo que ouvi ontem de gente da oposição, o prefeito de Feijó, Dindim (PSDB), não terá legenda para disputar a reeleição, por sua omissão. Até seu irmão, consta, pediu votos para o PT.

Fogo amigo
Uma constatação com conhecimento: os dirigentes da FPA se engajaram na campanha do Edvaldo Magalhães ao Senado, o mesmo não ocorreu com boa parte dos candidatos à Aleac.

Bem do Acre
Na sua coletiva de ontem, o senador eleito Sérgio Petecão (PMN) deixou bem claro que, por ser oposição, não significa que ele vai votar contra os interesses do Acre no Senado Federal.

Apenas adversário
Também foi enfático ao dizer que o senador eleito Jorge Viana (PT) não é seu inimigo, somente adversário político, e que o debate entre ambos acabou quando se findou a eleição.

Jorge Viana
Virar o jogo a favor de Dilma Rousseff (PT), que perdeu feio para José Serra (PSDB) no Acre, é a única preocupação do senador eleito Jorge Viana (PT) neste segundo turno da campanha.

Tempo de meditação
O governador Binho Marques, o governador eleito Tião Viana e o senador eleito Jorge Viana, disseram ontem que, tem que ser dado um tempo à Marina Silva para definir os rumos do PV.

Sérias dificuldades
Deputados evangélicos me confirmaram ontem: a oposição ganhou folgado entre os crentes.

Quem diria!
A senadora Marina Silva (PV) foi responsável pelo segundo turno para a presidência e pode ser decisiva na eleição do próximo presidente do Brasil. Quem diria que exerceria este belo papel!

Lição válida
A derrota na Capital, onde se concentra a prefeitura mais importante do Estado e a sede do governo estadual, continua repercutindo dentro da FPA e deixando claro que se tem que fazer mais política nas duas instituições. Foi o que se deduziu ontem da coletiva dos dirigentes da FPA, todos admitindo que, tem que haver uma correção de rumos para não perder a PMRB.

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