Política local 20/10/2010

“Mulher, veado e bolacha, em qualquer lugar se acha”.

Frase de pára-choque de caminhão.

Marcar território
Os deputados eleitos pela oposição discutem já começar a legislatura marcando território com candidatura própria à presidência da Aleac, o que é correto.

Gato escaldado
Não querem repetir o erro da atual bancada de oposição que votou em peso em Edvaldo Magalhães (PCdoB) para presidente e depois ficou sem poder criticar.

Dor de cabeça
O governador eleito Tião Viana (PT) vai ter dor de cabeça na escolha do primeiro escalão: tudo que é presidente de partido ‘nanico’ quer ser secretário.

Este é o problema
Reivindicar é da política, mas a questão é que faltam quadros qualificados a estes partidos.

Deixemos de enganação
Senhores deputados, por favor, vamos deixar de enganar os brasileiros em vias de serem expulsos da Bolívia, fingindo que estão ajudando, porque a soberania da área é boliviana.

Sem discussão
É a Constituição boliviana que proíbe estrangeiros em área de fronteira e ponto final.

Raridade política
Chicão Brígido (PTB) passou a campanha vendendo o almoço para comprar a janta e não se elegeu deputado por apenas 100 votos. Foi um dos raros a não comprar votos.

Não fica fora
Quem fala com o deputado federal Fernando Melo (PT) fica certo que continuará na política.

Momento oportuno
Na hora oportuna, quando após o mandato anunciar sua saída do PT é que ele deverá se pronunciar. Tem se limitado a dizer que, no momento está “lambendo as feridas”.

Outro nome
Onde se chega numa roda política da FPA a malhação é forte em cima do prefeito Angelim. Discordo de lhe debitarem a derrota na Capital, o Judas a ser malhado é outro.

Falando nisso
Como uma coisa puxa a outra, quem bateu firme ontem na Câmara Municipal no prefeito Angelim foi o verea-dor Raimundo Vaz (PRP), da sua base política.

Este é forte
Teve urna na Capital em que a deputada Maria Antonia (PP) foi a mais votada. Há que se tirar o chapéu para seu marido Deda (PP), este sabe fazer política.

Não é novidade
O próximo presidente da Assembléia Legislativa será o deputado que tiver a benção do governador eleito. O resto é conversa. Esta é a praxe em todos os parlamentos.

Sem eleição
Em qualquer hipótese da decisão do TSE absolvendo ou mantendo a cassação do ex-prefeito Nílson Areal (PR) não haverá nova eleição direta no município.

Vereadores escolhem
Se a cassação de Areal for mantida caberá em votação indireta os vereadores escolherem um deles como prefeito para cumprir mandato até 2012.

Sábio Cabide
Ontem, a tropa de choque do PCdoB colocou o vereador Cabide (PTC) na parede e lhe perguntou: estás com Dilma ou Serra? Cabide sério, falou baixinho: “Deus proverá”!

Desastre anunciado
Cabide, que se elegeu com mais de 2 mil votos, nesta eleição mal passou dos 500 votos.

Mostrar a cara
Dirigente da oposição comentava ontem que se Márcio Bittar (PSDB) quiser ser candidato de consenso à PMRB não pode continuar contemporizando com a FPA.

Melhor o Bocalom
Ainda deste dirigente: “se é para colocar alguém que amacie o adversário, que se coloque o Tião Bocalom, que faz oposição para valer”.

Orelha de quem?
Márcio Bittar (PSDB) e Gladson Cameli (PP) almoçaram ontem juntos, tendo como prato principal as próximas eleições para as prefeituras e de sobremesa a FPA.

PV cresceu
Pela foto do PV reunido deu para se ver que o partido, no Acre, cresceu: já lota uma Kombi.

Não mudou nada
Volto a repetir que, no que concerne às minhas atividades, em nada me prejudicou o novo fuso horário.

Ato político normal
Quem me ligou ontem foi respeitável pastor da Igreja Batista do Bosque, Agostinho, para explicar que ao ceder espaço para Márcio Bittar (PSDB), a quem apoiou, falar e agradecer aos fiéis, num culto, não se tratou de um ato de rompimento ou repúdio a nenhum partido. O pastor Agostinho apoiou aberto Jamil Asfury (DEM) Márcio Bittar (PSDB) e não escondeu.

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