Política local 27/10/2010

“A imprensa deve ser livre para cumprir seu papel de denunciar”.

Ophir Cavalcante, presidente nacional da OAB.

Caminho de compostela
O governador eleito Tião Viana (PT) está no caminho certo em percorrer após a sua vitória todos os municípios, mesmo onde foi derrotado, para agradecer a sua votação. Sentiu nas urnas que um governante não pode ficar ausente da comunidade, dos políticos, só aparecendo em época eleitoral.

Idade das trevas
Leio que há, no Acre, um movimento petista para cancelar assinaturas da VEJA. É comparável aos obscurantistas da Idade Média que queimavam livros por achar que ler era demoníaco.

Episódio vergonhoso
Mas, isso não é novidade por essas bandas: o deputado federal Nílson Mourão (PT) encenou um dos atos políticos mais grotescos do Brasil: rasgou a VEJA numa sessão da Câmara Federal.

Paixão secreta
E-mail recebido, ontem: “Luis, você sabe que o Márcio Bittar sempre viveu uma simbiose de amor secreto com o PT e somente não se junta já à FPA para não perder o seu mandato”.

Mesma dificuldade
Se é assim, eu não sei, mas sei que não será fácil emplacar a sua candidatura à PMRB.

Mais cordata
Basta uma leve olhada na lista dos deputados eleitos pela oposição para se chegar à conclusão que, dificilmente, a próxima bancada oposicionista na Aleac será tão ferrenha como a atual.

Uma correção
É Lúcia Luna e não Lucia Mendes o nome da ex-diretora da Fundhacre acusada por médicos, enfermeiros e demais servidores de truculência na instituição.

Cortar na carne
O deputado eleito Astério Moreira (PRP) defendeu em seu programa na televisão que Tião Viana faça de fato mudanças profundas no seu primeiro escalão e não só remanejamentos.

Ação entre amigos
É uma observação pertinente para não se repetir a simples ida de secretá-rios municipais para o governo e vice versa, numa ação entre amigos.

Serra agradece
Na próxima sexta-feira, as Secretarias de Turismo e Educação embarcam para o Peru, uma comitiva de mais de quarenta estudantes, pouco se lixando para a eleição presidencial.

Ralando pelos votos
Enquanto isso Jorge Viana, Tião Viana e companhia estão ralando pedindo votos para a Dilma.

Pouco caso
Foi este tipo de pouco caso com a política que quase afundou o PT, no Acre, na última eleição.

Pior que o soneto
A senadora Marina Silva (PV) disse que o programa de governo de Dilma Rousseff (PT) foi o que mais se aproximou do seu. Mas, continuou no muro. A emenda saiu pior do que o soneto.

Muito forte
Pelo que tenho ouvido não será surpresa alguma se José Serra (PSDB) ganhar na Capital.

São Tomé
Nesta ação que o primeiro suplente Carlos Coelho (PN) move para assumir na vaga do senador Tião Viana (PT) sou como São Tomé, quero ver o resultado para crer.

Presença constante
O senador Sérgio Petecão (PMN) tem como meta percorrer todos os municípios acreanos uma vez por mês, como forma de se tornar mais conhecido no interior.

Único nome
O PT vai ter séria dificuldade em encontrar um bom nome para disputar a prefeitura de Brasiléia. Nenhum de seus quadros tem o mesmo potencial da prefeita Leila Galvão (PT).

Cabo-eleitoral
O maior cabo-eleitoral da deputada Maria Antonia (PP), em Rodrigues Alves, não foi seu marido Deda, mas o impopular prefeito Burica (PT), que trabalhou contra ela.

Fechado em copas
O governador eleito Tião Viana se fechou e não fala sobre eleição para a presidência da Aleac.

Sentir o clima
Como vem do parlamento, Tião Viana quer primeiro sentir a tendência entre os deputados.

Pesquisa no Acre

“No Acre não se pode fazer nenhuma pesquisa antes de 24 horas da eleição, sob pena de erro”. A frase acima é de um dos últimos caciques da política acreana, Jorge Kalume,  que foi governador, prefeito da Capital e senador, um dos políticos mais honestos e sérios que conheci. Kalume morreu ontem em Brasília. Rezemos por ele.

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