Superintendente do BB visita A GAZETA para mostrar os novos projetos no Estado

O novo superintendente do Banco do Brasil no Acre, José Ricardo Kraemer Salerno, fez visita ontem à tarde, 15h30, ao diretor-geral de A GAZETA, Silvio Martinello. O gestor veio acompanhado do gerente José Kennedy de Oliveira, e juntos apresentaram os próximos projetos do BB para o Estado. Eles também traçaram uma avaliação positiva da atual conjuntura econômica do Acre e aproveitaram para reafirmar o compromisso do banco para assegurar que este potencial seja bem explorado pelas instituições locais.
Visita-BB
Como um primeiro passo, José Ricardo Salerno afirma que o BB pretende ampliar tanto o número de agências no Acre, quanto à capacidade das já existentes. Nesse sentido, o superintendente anuncia que em breve, provavelmente em novembro, o Banco do Brasil deve inaugurar 1 agência em Brasiléia e 2 na Capital, sendo uma na Via Chico Mendes (2º Distrito) e outra sob status modelo de atuação na Avenida Ceará (em frente à Acisa).

Com tais agências, o BB passará a oferecer 21 agên-cias no Acre (praticamente a metade do total do Estado), das quais 9 serão em Rio Branco e 12 no interior. “Com isso, tenho certeza de que a nossa gestão concretizará o processo de qualidade nos serviços oferecidos aos nossos clientes. Além do que, lhes proporcionará mais comodidades, facilidades, segurança e estruturas físicas modernas, com gerências de atuações inteligentes”, estipulou o gestor.
Outra grande estratégia do BB para o futuro é consolidar ainda mais as parcerias com as empresas locais nos projetos de desenvolvimento do Estado.

Para José Ricardo Salerno, o Acre vive hoje um momento de grandes oportunidades, com o setor produtivo em alta e visões empresariais positivas no mercado. Para 2011, o gestor acredita que tal produção local será ainda maior, revelando mais do vasto potencial a ser investido no Estado.

“Ainda não pude andar por todo o Estado porque faz pouco tempo que estou aqui (dois meses). Mas, pelo que pude avaliar, vejo este como um ano produtivo e acho que 2011 será ainda melhor. Está se formando aqui uma ótima turma de empreendedores, com solidez nos produtos e serviços oferecidos. Agora mesmo, constatamos um projeto de laticínio que tem tudo para dar certo. Esse perfil econômico otimista é bem interessante para uma região”, comentou Salerno.

Desenvolvimento sustentável
Progresso só por progresso não basta para o Acre, conhecido por ser o maior exemplo de economia verde da Amazônia. Por tal razão, o superintendente do BB tratou de reafirmar, também, o dever do banco em projetos ecológicos e rentáveis, tais como os de agricultura familiar e manejo de florestas nativas e de outros recursos naturais. Segundo ele, as matas acreanas têm vastas riquezas. Mas estas precisam ser aproveitadas de modo correto, valorizando a sua renovação natural junto com o fortalecimento da economia local.

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