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Volume de chuvas no Amazonas continua baixo e mantém crises nos rios do Estado

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
26/10/2010 - 13:40
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O volume das chuvas que caíram sobre o estado do Amazonas nas últimas 24 horas foi o maior da região. Contudo, o valor acumulativo deste mês ainda continua bem abaixo do normal para outubro, numa média variada de 30 mm para cada um dos 62 municípios de lá. Com isso, a situação de travessia das balsas sobre o Rio Madeira segue a mesma instabilidade dos demais rios amazonenses, afetando diretamente parte da distribuição de alguns produtos que chegam ao Acre e demais estados do Norte pela rota.
Rio-Seco
Desde o final de semana passada, mais de 35 municípios decretaram estado de alerta por causa da seca nos rios do Amazonas, em especial o Rio Negro, afetando 47 mil famílias. As chuvas recentes não causaram mudanças no quadro fluvial, o que fez com que mais 6 cidades entrassem em emergência ontem, elevando o total de famílias flageladas para 62 mil. Todos o rios do estado vizinho enfrentam dificuldades, com volumes escassos.

Com a estiagem em proporções já históricas, a coor-denação de Defesa Civil do Amazonas não arrisca sequer traçar previsões precisas a partir de quando começará a haver enchentes sobre os níveis dos rios de lá. 

Caso as passagens de balsas sobre os rios amazonenses sigam restritas pela seca, produtos líquidos de consumo imediato e que passam pelo trajeto – como álcool e seus derivados, óleos e choppes de restaurante – podem sofrer faltas mercadológicas no Acre e Rondônia.

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Em contrapartida, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Acre (Sindepac), José Magid, reafirmou que o tráfego de veículos transportadores de combustíveis pelas balsas do Rio Madeira está completamente normalizado. Segundo Magid, os postos acreanos estão recebendo todos os tipos de combustíveis com a mesma freqüência de sempre e dificilmente devem voltar a registrar baixas este ano.

“A não ser que venha a acontecer um fenômeno atípico, a distribuição de combustíveis para o Acre deve seguir tranqüila. Como tem chovido no Amazonas nos últimos dias, daqui para frente a tendência é que as coisas melhorem, e não o contrário”, comentou.
No fim da tarde de ontem, por conta da seca nos rios amazoneses, postos de Rondônia  começaram a sofrer um novo surto de escassez de gasolina.

Rio Amazonas chega ao seu nível mais baixo desde 1902

FABIO PONTES

Maior rio do mundo, o Amazonas, atingiu no último domingo (24) o nível mais baixo desde 1962. O nível medido pela Marinha é de 13,63 metros. A seca tem afetado 62 mil famílias em  mais de municípios, que já decretaram situação de emergência. A seca também afeta o Acre, que passa a comprar combustível mais caro de refinarias do Centro-Sul.

O combustível que alimenta o Estado vem da Província Petrolífera de Urucu, no coração da floresta. Com a vazante, as balsas não encontram condições para navegabilidade. O resultado tem sido combustível mais caro para os consumidores. O preço médio está em R$ 3,02 o litro da gasolina.

Segundo informações, várias comunidades ribeirinhas próximas a Manaus estão isoladas. A ajuda de alimentos e água potável tem chegado por meio de aeronaves da Força Aérea e do Exército.

De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), a tendência é que o nível dos rios da região voltem a subir nos próximos dias. O motivo é a proximidade do período de chuvas, o ‘inverno amazônico’. 

De acordo com os espe-cialistas da ANA, em entrevista à estatal Agência Brasil, a principal razão para a seca deste ano foi a escassez de chuvas nas cabeceiras dos rios Negro e Solimões, que formam o Amazonas.

Nas cabeceiras do Negro, a falta de chuvas ocorreu na Colômbia e na Venezuela. Já a escassez nas nascentes do Solimões se deu nos Andes peruano e equatoriano.

Para Marcos Ximenes Pontes, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), tais fenômenos como estes já caracterizam os processos de mudanças climáticas pelos quais o planeta vem passando nos últimos anos. “Episódios extremos [grandes secas e grandes cheias do rio] estão ficando cada vez mais freqüentes e mais agudos”, destaca ele. O Rio Negro fechou o dia ontem com 13,65m, tendo alta de 2cm (Com informações da Agência Brasil)

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