Política local 10/04/2011

“De nada adianta correr quando se está no caminho errado”.

(Ditado alemão)

Defesa do fisiologismo
Não é surpresa o senador Sérgio Petecão (PMN) defender o fisiologismo político ao ser contra o “financiamento público de campanha” defendido pelo senador Jorge Viana (PT). O mesmo se aplica ao “fim das coligações proporcionais”. São duas imoralidades que têm que acabar, já!

Fortalece o partido
O  “financiamento de campanha” defendido por políticos de bem não são para campanha de candidato, mas para a figura do partido, o que dará à Justiça Eleitoral maior poder de fiscalizar.

Defesa da indecência
Alguém precisa dizer ao Petecão que “coligação proporcional” foi inventada no regime militar. Como defender que alguém com menos votos ganhe um mandato de quem teve mais votos?

Serve a negociatas
O que temos que ter no Brasil são partidos fortes para que se proíba de vez a patifaria de troca-troca partidária, e os  pinduricalhos de siglas de aluguel que só servem às negociatas.

Não se surpreendam!
Fonte não se revela e o que foi dito em off o jornalista leva ao túmulo. Não se surpreendam se o senador Sérgio Petecão (PMN) pinçar dois deputados da base do governo para o seu PSD.

Drible da vaca
O vereador Jair Carvalho (PT) deu um drible da vaca no Carioca. Prometeu que não sairia do PT, mas foi  chegar em Plácido de Castro e ocupar a tribuna para confirmar sua saída.

Homem forte
Independente do episódio o Carioca continua sendo o homem forte do PT e a dar as cartas quando se trata de acomodações políticas em cargos no interior.

Tintas fortes
O policial Neto, ex- assessor de confiança da deputada federal Antonia Lucia (PSC), detonou seus métodos irregulares e nada convencionais de fazer campanha em depoimento na PF.

Leve e solta
Mas, com toda essa carga de acusações de compra de votos ela continua leve e achando graça.

Volto a perguntar
Em que ficou o pedido de prisão preventiva do prefeito de Tarauacá, Wando Torquato?

Situação de penúria
Importante integrante do Judiciário me revelou ontem pela manhã que a instituição vive um momento de penúria financeira, o que motivou dezenas de demissões de cargos de confiança.

Para valer
O peemedebista da velha guarda do PMDB,  o “Macapá”, me garantiu ontem que a candidatura do ex-deputado federal João Correia (PMDB) à PMRB é sem volta.

Sair do buraco
Macapá diz que o PMDB só será respeitado se voltar a ter candidatura própria à PMRB.

Desolados
Os abre-alas do PMDB apoiar Márcio Bittar (PSDB), Pádua e Serjão, continuam desolados.

Signo da traição
Quem estará hoje na Capital é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para lançar o seu PSD, partido que nasce recheado de traidores de outros partidos.

Podem anotar
E não vai demorar o PSD reivindicar um ministério no governo Dilma Rousseff.

Preocupação política
O prefeito de Rio Branco, Angelim, tem manifestado a amigos sua preocupação em não ficar no ostracismo político após deixar o poder, já que teria que esperar 2 anos por nova eleição.

Senado da República
Ser o candidato a senador do PT daqui há quatro anos é a meta de Raimundo Angelim.

Não puxa manada
Angelim sabe que político sem mandato é como boi sem chocalho, não puxa manada.

Muito forte
O vereador Everaldo (PMDB) se consolida em Brasiléia como muito forte na disputa da prefeitura em 2012.

Só Deus
Uma hora diz que fica na FPA, outra que sairá da FPA, o que fará o vereador Alisson Ferreira (PTB-Plácido de Castro), só Deus sabe!.

Navegando tranqüilo
O presidente da Aleac, deputado Élson Santiago (PP), navega tranqüilo na condução da Casa. Conseguiu passar todas as turbulências e tem hoje o apoio ostensivo dos deputados.

Briga surda
Falando nos Santiagos, dois nomes disputam a indicação da família para ser candidato a ve-reador na Capital: o Junior, filho do Ronivon Santiago, e o Junior do “Boca Cheia”.

Palavra de mestre
Quem me ligou ontem foi meu querido mestre na Faculdade de Direito do Acre, desembargador Lourival Marques, para negar que não se deu direito de defesa ao presidente do RBFC, Natal Xavier. “A defesa que tinha de fazer já fez”. O que se quer é ter o direito de analisar suas contas não prestadas durante 6 anos, complementa. Registramos a posição.

 

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