Política nacional 20/04/2011

“O Exército é fonte permanente de orgulho ao nosso país”.

Presidenta Dilma Rousseff, em mensagem sobre as celebrações do Dia do Exército.

Planalto isola deputado defensor da maconha
O deputado Paulo Teixeira (SP) já não é, de fato, o líder do PT na Câmara. O líder “informal” da bancada, reconhecido pelo Palácio do Planalto, é agora o ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (SP). A decisão de isolar Teixeira ocorre depois que ele passou a defender plantações de maconha, enquanto ataca os plantadores de feijão e produtores que apóiam o Código Florestal, em debate no Congresso.

Perversidade
Durante palestra, em fevereiro, só agora revelada, Paulo Teixeira chamou de “perversa” a política de combate às drogas.

Maconhabrás
O líder petista Paulo Teixeira também causou espanto ao defender, em sites pró-drogas, plantações de maconha por cooperativas de viciados.

Barrado no baile
Paulo Teixeira foi até mesmo desconvidado a participar da reunião de líderes governistas para discutir a votação do novo Código Florestal.

Votação em maio
Após reunião com Antonio Palocci (Casa Civil), o presidente da Câmara, Marco Maia, definiu: o Código Florestal será votado em maio.

DF: secretário reage a aparelhamento e se demite
O delegado federal Daniel Lorenz se demitiu do cargo de secretário de Segurança do DF alegando ingerência política: não aceitou o avanço de políticos sobre cargos técnicos e a atitude do secretário de Governo, Paulo Tadeu, que, passando por cima dele, despachava com a diretora da Polícia Civil e o comandante da PM. Ele lembrou que o governador Agnelo Queiroz prometera blindar a Segurança de interesses políticos.

Broche novo
Tetraneta de Tiradentes, Lúcia Menezes, 62, ganhou novo mimo, além da pensão de R$ 760, contestada pelo INSS: a ordem do mérito militar.

Mérito
Âncora do Jornal da Record, Ana Paula Padrão esteve entre as personalidades agraciadas ontem com a medalha do Mérito Militar.

Abraço tucano
A caminho da extinção, o DEM já discute, reservadamente, sua fusão do PSDB de FHC e Aécio Neves.

Debandada
Tesoureiro do DEM, o ex-deputado Saulo Queiroz vai se mudar para o PSD de “Jilberto” Kassab, empurrado pelo ex-presidente do partido Jorge Bornhausen, que perdeu disputas internas no DEM.

Vexame cancelado
O Tribunal de Justiça do DF decidiu anular a prova objetiva do concurso para juiz substituto, domingo (17): 19 das 100 questões foram copiadas de um concurso realizado em 2007, pelo mesmo tribunal.

A Fábula de Elifas
O genial artista plástico Elifas Andreato, criador do Almanaque Brasil, e Mauro Garcia, ex-diretor da TV Cultura e presidente da TVE do Rio, fundaram a Fábula, empresa que já rea-liza produção para TVs públicas e um livro ilustrado sobre a Declaração dos Direitos da Criança. 

Muy amiga
O Tribunal de Contas da União deu quinze dias para que a Fundação Humanidade Amiga, de Camaçari (BA), revele o destino de quase R$ 1 milhão do Fundo Nacional de Educação. Floresceu no governo Lula.
 
A licitação voou
É mais fácil tartaruga voar que aeroporto ficar pronto: por ordem judicial, a Infraero suspendeu a concorrência internacional de terça (26), para reforma do aeroporto internacional Tancredo Neves (MG). O TCU apontou irregularidades em subcontratações.

Saudades de Erenice
Há no TCU estudos que deixam mal os Correios. A qualidade dos serviços caiu tão vertiginosamente que provo-ca saudades da gestão  monito-rada pela  ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.

Ele, de novo
Dilma pode se preparar para a canseira: um dos assuntos do porralouca venezuelano Hugo Chávez, terça (10), é “apoio moral” para a volta do presidente deposto Manuel Zelaya a Tegucigalpa, em maio.

Põe na conta
O Brasil, que mal sabe o que fazer com usina nuclear, foi convidado a contribuir na obra do sarcófago que lacrará a central de Chernobyl, que explodiu na Ucrânia, em 1986. A “sepultura” custará € 740 milhões.

Frases inesquecíveis 
Da série Melhor não dizer: “A inflação está sobre controle” (ministro da Fazenda, Guido Mantega).

Filósofo comunista
Professor de Filosofia no Recife, Pessoa de Moraes foi chamado para depor no DOI-Codi, logo após o golpe de 1964, para explicar sua posição algo esquerdista. A primeira pergunta foi sobre a sua visão da doutrina marxista. Moraes falou durante quase uma hora. A segunda resposta levou trinta minutos. A terceira, sobre o que achava do “momento político”, ele atacou:
– Como diria o filósofo alemão Kierkegärd…
– Dr. Pessoa – interrompeu o oficial, exausto – o senhor está dispensado.

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