Aníbal Diniz protesta contra notícia de que o oxi tenha surgido no Acre

Em pronunciamento ontem (20), o senador Aníbal Diniz (PT/AC) falou sobre reportagem publicada pelo jornal O Globo sobre o consumo do oxi no país. A nova droga, subproduto da cocaína, é ainda mais letal que o crack. Segundo a reportagem, a droga teria chegado ao Brasil pelo Acre, o que desagradou o senador.
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“Nós não podemos aceitar, enquanto representantes de um estado pequeno como é o Estado do Acre, que a pecha de facilitação para o tráfico e para consumo de drogas aconteça na comunidade”, protestou.
O senador disse que as informações são passadas de maneira preconceituosa e que o Governo do Estado tem procurado entender a questão do aumento no consumo de drogas, especialmente entre os jovens.
Para rechaçar a informação o senador Aníbal tomou como base os dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública.

Internet de qualidade para todo o Acre – No mesmo pronunciamento o senador Aníbal disse também que o Plano Nacional de Banda Larga precisa garantir o acesso à internet rápida às comunidades mais distantes e aos municípios isolados com preços acessíveis. Segundo o senador, há municípios do Acre que sequer conseguem prestar contas de convênios aos ministérios por causa das falhas na internet.

Ele lembrou que o Plano Nacional de Banda Larga prevê que a internet de alta velocidade chegue a todos os municípios do país proporcionando acesso à rede mundial de computadores ao maior número possível de brasileiros.

Aníbal Diniz citou dados de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas publicados pelo jornal O Globo, que apontam que o Brasil já está acima da média mundial no que diz respeito ao acesso da população a computadores. Segundo o levantamento, no Brasil, 44% da população têm acesso a um computador, enquanto a média mundial é de 36%. Apesar dos números positivos, o senador diz que os desafios continuam.
“Não podemos nos contentar com o fato de estarmos acima da média mundial. Temos que mirar no exemplo daqueles que estão à frente e que garantem acesso universal, a todos os habitantes”, ponderou.

O senador afirmou que o acesso à informação, nos dias atuais, é tão importante quanto o alimento e que a população, especialmente nas localidades mais afastadas, não pode ser privada desse direito. (Com informações da Agência Senado)

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