Tião Viana mostra ações ao movimento comunitário

Para servir de todo o coração é preciso ouvir as comunidades. E essa participação popular, incentivada desde a elaboração do plano de governo, fará parte, de forma constante, da gestão de Tião Viana. Se a cada 120 dias o Governo será avaliado, também a cada 120 dias o movimento comunitário será ouvido para dizer o que pensa e o que quer.
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No início da noite de ontem, 7, no auditório da Secretaria de Fazenda, comunidades, secretários de governo e o governador Tião Viana se reuniram para honrar um compromisso assumido logo após a eleição. O primeiro escalão do Governo foi apresentado ao movimento comunitário e se comprometeu, a pedido do governador, a não passar mais que 24 horas para atender a uma solicitação de audiência por parte dos líderes das comunidades.

Durante a reunião foram apresentadas algumas das principais ações do governo, entre elas o fomento aos pequenos negócios, o compromisso pela saúde e autonomia econômica das mulheres, a pavimentação de 650 quilômetros de ruas, a ampliação em 350% na rede de saúde.

“Já tivemos momentos muitos bons entre comunidades e governos da Frente Popular, mas nunca houve uma reunião em que o governador nos apresentasse sua equipe de secretários. Cada liderança de bairro tem um problema diferente e espero que possa haver entendimento e uma relação de diálogo entre a comunidade e o secretário. Se nossa solicitação não puder ser atendida, que pelo menos o nosso ofício seja respondido e nós tenhamos uma resposta”, disse o presidente da União Municipal das Associações de Presidentes de Bairros (Umarb), Gilson Albuquerque.

Para o governador Tião Viana, a participação popular é a essência da democracia. “Nós precisamos dessa relação com a comunidade, dessa relação de mãos estendidas um para o outro. Nós estamos olhando para os pequenos, só precisamos de um tempo para fazer as coisas acontecerem. Todo dirigente comunitário que pedir uma audiência com um secretário será atendido no prazo de 24h. Esse é o nosso compromisso, e sei que essa é a grande barreira”. (Agência Acre)

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