Política local 03/05/2011

“O elogio é um meio muito usado, mas sempre novo de render culto à vaidade”.

(José de Alencar)

Um exemplo
O deputado Astério Moreira (PRP), que tem tido na Aleac posição de independência, esteve ontem e discursou no lançamento do programa do governo de pavimentação de ruas a tijolo.

Assim deve ser
Quando é para criticar se critique. Quando é para elogiar, como no caso de ontem, se elogie.

Malha grande
A malhadeira estendida pelo senador Sérgio Petecão (PMN) está cheia de buraco. Da pescaria que esperava ser pródiga para o PSD, malhou apenas os deputados Segóvia, Marileide e Viga.

Surfando na popularidade
O prefeito de Feijó, Dindim, vai chegar na disputa da reeleição, no próximo ano, surfando na popularidade. Voltou da zona rural com o atendimento em saúde de 13 mil moradores.

Pé na lama
Pode parecer tosco para quem mora em bairro asfaltado, mas, para quem mora em rua que no inverno é lama e no verão é poeira, é vital o programa de pavimentação do governo.

Delírio de malária
O deputado Wherles Rocha (PSDB) deve andar tendo delí-rios de malária, ou não apostaria suas fichas que Márcio Bittar (PSDB) e Tião Bocalom (PSDB) vão se entender sobre a disputa da PMRB.

Uma pergunta?
Essa empresária Bia Saldanha, que apareceu posando para a agência do governo com um sapato feito na França, não é aquela que foi alvo de matérias negativas na imprensa nacional?

Ação entre amigos
O deputado Walter Prado (PDT) ligou de Tarauacá para dizer que os cargos de confiança do Estado, no município, foram divididos numa ação entre amigos com PT e PCdoB.

Nem vigia
Sobre ter ficado fora ironiza: “o dia que eu me filiar ao PT ou PCdoB, aí a coisa muda”.

João tá lascado!
Liguei ontem ao Pádua Bruzugu (PMDB), para saber o número do celular do João Correia (PMDB). “De candidato à PMRB só tenho o celular do Bocalom”, respondeu gargalhando.

Trabalho de bastidores
Essa posição do Pádua Bruzugu é o resultado do trabalho do senador Sérgio Petecão (PMN), que, nos bastidores, está cooptando peemedebistas para apoiar Tião Bocalom (PSDB) à PMRB.

Dedo na ferida
Onde tem alguém de sua influência que diz apoiar as candidaturas a prefeito do João Correia (PMDB) ou do Márcio Bittar (PSDB), Sérgio Petecão trata de cooptar para o Tião  Bocalom.

Conde da mariola
O Petecão se acha o “rei da cocada preta” (no máximo é o conde da mariola) e crê que pode pisar na cabeça de lideranças importantes da oposição e se eleger governador em 2014.

Lembre do Lula!
Um desses políticos babão dizia ontem numa roda ao ver o lançamento do programa do governo de pavimentação que, “a PMRB está no papo”. Lembrem o que disse o Lula!

Esqueceu?
Para não dizer que se esqueceu, vou repetir o que falou o Lula sobre o fraco desempenho do PT, no Acre, na última eleição: “o povo não vota em obras, não vota em ruas, em pontes”.

Vale pouco
Ou seja, se não captarem politicamente as obras, a influência na eleição de 2012 será nula.

 Apostando no pior
Dirigentes dos partidos nanicos se reuniram para discutir alianças para 2012, apostando que não sairá a reforma que acaba com as coligações proporcionais.

Dois ou três
Da atual safra de prefeitos acreanos escapam no máximo três ou quatro do festival de mediocridade que assola as prefeituras.  Safrazinha vagabunda!

Como não se via
A pracinha do Jardim Tropical está feia como há nunca não se via, prefeito Angelim!

Perde para ele
A pérola eu ouvi ontem de um parlamentar do PT: “se o prefeito de Capixaba, meu companheiro Joais, for candidato único à reeleição, perde para ele mesmo”.

Não refrear
Todas as campanhas passadas contra a dengue fracassaram porque ao primeiro sinal de queda se reduziram as ações de prevenção, é bom que o péssimo exemplo não seja seguido.

Elogios da oposição
Os deputados Marileide Serafim (PMN) e Denilson Segóvia (PSC) deram ontem eloqüentes discursos de elogios ao governador Tião Viana em frente ao Palácio Rio Branco.

Questão delicada
Pelos textos do informativo “Folha Militar” a greve da PM é quase certa. É uma questão delicada que deveria ser tratada com muito diálogo pelos negociadores do governo. Há que se sentar, mostrar os números, e vencer pelo poder do convencimento. Não pode se antecipar o “não”. E por parte dos PMs discutir em cima da realidade financeira do Estado, sem ser radical. 

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