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Servidores da Ufac param por tempo indeterminado

Conforme indicativo de greve aprovado em março e confirmado no dia primeiro de junho, servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Acre pararam ontem as atividades por tempo indeterminado. Até agora 34 instituições federais aderiram ao movimento que terá hoje a primeira rodada de negociações com o Governo Federal. Entre as reivindicações da Campanha Salarial Emergencial 2011 estão reposição salarial, racionalização dos cargos, reposição dos aposentados e racionalização dos cargos das classes A e B/C e D referente a perdas entre os anos de 2005 e 2007.
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Ao todo, aderem ao movimento quase 600 servidores da ativa, mas o comando de greve composto pela diretoria do sindicato e quinze trabalhadores da base, aguarda para esta terça-feira ofício da reitoria definindo quais são os serviços considerados prioritários e que deverão ser mantidos durante a paralisação. O presidente do Sinstest, Aldemar Sena, o Dema, diz que o setor financeiro, vigilância e núcleo de tecnologia da informação são os que possivelmente continuarão funcionando.

A mobilização nacional quer abrir discussão sobre projeto de Lei Complementar nº 549 que poderá congelar os salários por 10 anos e reivindicar a reposição de perdas salariais que atingem, segundo cálculos do Dieese, em torno de 16%. Os trabalhadores querem ainda ganho real de 5%, reorganização da carreira, fim dos serviços terceirizados, realização de mais concursos públicos para o provimento de cargos, pagamento de insalubridade e do VCB (Vencimentos Básicos Comprovados), além de exigirem mais investimentos do Governo Federal em educação superior.

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