Política local 21/07/2011

“Quando o dinheiro fala, até a verdade cala”.

(Ditado russo)

Blefe político
É apenas uma frase de retórica, blefe político o presidente do (DEM), N.Lima, dizer que o partido pode ter candidato a PMRB.  Nem ele pode juridicamente e nem o deputado Jamil Asfury (DEM), outro nome citado por ele quer. O DEM, no Acre, nasceu apenas para ser um mero coadjuvante no processo eleitoral, porque lhe faltam quadros para vôos mais altos.

Comemoração por conta
Alegando ter informação judicial “privilegiada”, político ligado ao prefeito cassado Wando Torquato (PP), comemorava ontem por conta, sua “volta” em breve à prefeitura de Tarauacá.

Posição revista
Segundo este político, o mesmo juiz que deu a liminar negando a sua volta, reverá a posição.

Falta de conhecimento
É tosco num artigo falar o que não se conhece. Por exemplo, exigir que os deputados façam obras? Além de não ser atribuição do Legislativo, nem legislar sobre finanças eles podem.

Absolutamente nada
O papel do deputado é limitado: não pode apresentar projetos que gerem gastos ao Executivo. Este tolhimento legislativo ainda é um resquício da ditadura, que amordaçava os políticos.

Grau máximo
Até entre os petistas o prefeito de Capixaba, Joais Santos, é considerado um “desastre” administrativo o que pode dificultar a continuidade do partido no comando da prefeitura.

Guerra dos versículos
Não esperem calmaria na disputa da convenção da Assembléia de Deus entre os grupos do pastor Luiz Gonzaga e da deputada federal Antonia Lucia (PSC) pelo controle da igreja.

Afilhado a perigo
O atual presidente da convenção, pastor Pedro Abreu, eleito em cima de uma poderosa estrutura financeira, é afilhado de Antonia Lucia.

Fora do debate
Comedido como sempre, o pastor e deputado Hélder Paiva (PR) não está se envolvendo na disputa. Paiva está certo em evitar confronto com dona confusão  Antonia Lucia (PSC).

Essa turma do Calafate!
Aquele deputado noviço deveria saber que é motivo de cassação negociar com o poder público. Ou não teria comprado um trator zerado e alugado para uma repartição pública.

Escolha acertada
O empresário Carlos Sassai assume hoje a presidência da Fieac. Sassai está na cota daqueles empresários que nunca se envolveram em escândalos, é sério, e deverá fazer uma boa gestão.

Movimento crescente
Há um forte movimento na FPA para troca do líder do governo na Aleac. A alegação dos “revoltosos” é que o atual líder Moisés Diniz (PCdoB) não consegue ver além do seu quintal.

Farinha de mandioca
A PF voltou a apreender mais um carregamento de farinha de Cruzeiro do Sul recheada de cocaína. Este tipo de farinha diferente fez muitas fortunas pelas bandas do Vale do Juruá.

Fortunas rápidas
Pessoas que não tinham um pau para dar num gato, num piscar dos olhos em Cruzeiro do Sul montaram um patrimônio só possível em curto espaço de tempo para acertador da mega-sena.

Fora do PSDB
Depois de ver o partido ser tomado na marra pelo grupo do advogado André Hassem, o fiscal Antonio Torres, sempre bem votado em Epitaciolândia, reagiu à rasteira saindo do partido.

Anistia política
Está tudo acertado na cúpula do PMDB para esquecer a sua posição pró-PT na última eleição e dar ao prefeito de Mâncio Lima, Cleidson Rocha, a legenda para disputar a sua reeleição.

Sem sentido
Um cardeal da capa-preta do PT, perguntado ontem se o partido se aliaria ao prefeito Padeiro (PMDB) para apoiá-lo, foi franco: “não tem nem sentido o PT apoiar quem tanto nos atacou”.

Aliança de peso
PMDB-PMN-PSD devem formar uma frente política para disputar a prefeitura de Epitaciolândia, deixando de fora da aliança o PSDB do advogado André Hassem.

Foice da Dilma
A foice da presidente Dilma continua ativa, ontem, mais três cabeças rodaram no Transportes.

Todos municípios
A mesa diretora da Aleac está montando um calendário para realizar sessões em todos os municípios acreanos, descentralizando assim os trabalhos, hoje restritos à Capital.

Mãe de todas as batalhas
O grande confronto entre oposição e a FPA na próxima eleição municipal está programado para Rio Branco, o maior colégio eleitoral do Acre, hoje governado pelo PT. As demais disputas serão periféricas. Por isso o governo vai jogar todas as suas fichas para manter seu reduto principal sob domínio. Uma derrota seria catastrófica em termos de imagem para 2014. O último resultado eleitoral leva a previsão de uma eleição sem favorito pela posse da PMRB.

 

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