As loucuras de 210 mil fãs pra assistir o SWU; tem acreano entre os ‘loucos’

Com o espírito de aventurar “festival afora” acampar por dias, encontrar a galera de outras regiões, viajar com a namorada, as bandas confirmadas. São muitos os motivos que trazem pessoas de todos os cantos do País ao SWU. O festival espera mais de 210 mil pessoas durante os 3 dias (12, 13 e 14 de novembro). Serão mais de 70 bandas tocando.

A estudante Larissa Castro Salgueiro, 19 anos, de Rio Branco, no Acre, vai cruzar 3.604 km para chegar ao SWU Paulínia. “Como somos muito ligados ao meio ambiente, à floresta, o meu maior interesse é pelos fóruns. Participo de ONGs e acredito que o festival pode me acrescentar muito nesse sentido. Também quero ver Black Eyed Peas.” Larissa, que tentou de tudo para estar no SWU ano passado, não perdeu tempo e garantiu seu ingresso no segundo dia de vendas.

Pawel Keller, 38 anos, de Fortaleza, Ceará, bateu o martelo quando viu a escalação do Faith no More. “Ano passado vi pela televisão e me arrependi de não ter ido. Quando confirmaram o Faith No More eu percebi que não dava para ficar de fora”, explica. Além da banda predileta, Pawel quer viver de forma intensa o festival.

“Tenho a impressão que o SWU é mais conectado com as sensações dos festivais europeus.” Já para o jornalista Tárcio Fonseca, de Recife/PE, o fator decisivo foi a banda Down. Segundo ele, o SWU oferece 1 dia de ‘rock de verdade’ pra galera que gosta de som mais pesado. “Há muito tempo eu não via em festivais do Brasil uma escalação rock’n’roll tão boa quanto a do dia 14”.

A gestora ambiental Vanessa Eich, vai sair de São Miguel do Oeste, em Santa Catarina, por conta do foco em sustentabilidade. Ela, que terá a experiência de um festival pela primeira vez, pensa em aproveitar todo o clima que só um evento assim tem. “Vou acampar porque é muito mais legal. Quero essa interação com a natureza e com os amigos que vão estar lá. Ao todo, somos 40 pessoas que vão sair daqui”. E, é claro, as atrações anunciadas. Vanessa também está louca pra ver The Black Eyed Peas em cima do palco.

Apaixonada por Sonic Youth, a soteropolitana Eliane Medeiros, 22 anos, que foi ao SWU em 2010, correu para o posto de venda em Salvador assim que o festival anunciou a vinda da banda. Junto com uma amiga, ela vai pegar um voo para Campinas e lá vai “ver o que rola para Paulínia”. “Ano passado eu consegui carona de Campinas pra Itu. Considero a possibilidade de carona solidária de novo”, avisa. E aí? Vai uma carona pra ela? (Portal de Paulínia)

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