GPT reapresenta a peça A Menina e o Palhaço durante os domingos deste mês

O que é bom na arte dura pouco, mas o que é primoroso se torna clássico! Tendo isso em vista, o Grupo do Palhaço Tenorino (GPT) reapresenta uma de suas mais aclamadas peças, ‘A Menina e o Palhaço’, durante os 4 domingos deste mês (7, 14, 21 e 28 de agosto). As performances serão sempre às 18h, no Teatro de Arena do Sesc. A temporada é uma iniciativa do Encena no Arena, um projeto criado pelo Sesc para a disseminação da cultura teatral entre a população da Capital. A entrada será R$ 8,00 a inteira e R$ 4,00 a meia (estudantes e comerciários). 

O espetáculo é indicado para toda família, escrito com expressões e diálogos tipicamente acreanos. Uma trama divertida e feita para relembrar o melhor dos tempos áureos da infância regional. O texto, produção, direção e atuação são de Dinho Gonçalves e Marília Bonfim.

A obra é centrada nas contradições da vida: criança e adulto, mentira e verdade, perda e ganho e, principalmente, vida e morte. Ela narra a estória de uma menina de 7 anos de Cruzeiro do Sul que está triste porque acabara de perder uma de suas melhores amigas. Para alegrá-la, ela recebe em sua festa um palhaço. No entanto, o seu animador é dotado de conflitos internos que só a pura inocência da menina é capaz de remediar. E assim ambos se ajudam.

A história da peça foi elaborada pelo casal protagonista (Dinho é o palhaço e Marília é a contagiante menina) de artistas em 2001, para a conclusão de uma pós-gradua-ção na USP. Daí pra frente, ela foi interpretada inúmeras vezes, em vários estados (SP, PR, PA, MT, RO, RR, etc) e municípios acreanos. Por onde passou, foi recebida como um sucesso de público (em especial, entre os adultos, por incrível que pareça). Desta vez, o GPT promete fazer uma temporada especial para celebrar 10 anos da sua criação.

“Esta é uma peça que conquista todo tipo de público, adultos, jovens e crianças, porque pega na emoção das pessoas. É um trabalho simples e divertida, que provoca na platéia aquele tipo de ‘riso de choro’. Quem vê enxerga ali naqueles personagens, nas situações mostradas e nos diálogos, um pouco da sua infância. Este é um dos nossos maiores sucessos, posto sob uma perspectiva diferenciada. Tenho certeza de que quem for ao teatro vai aplaudir e gostar muito”, concluiu Dinho, o eterno palhaço Tenorino.

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