Jorge alerta futuro diretor do Dnit sobre o risco de atraso nas obras de estradas

O senador Jorge Viana (PT/AC) alertou ontem, 23, o general Jorge Fraxe, indicado para o cargo de diretor-geral do Departamento  Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit) quanto à necessidade de continuidade das obras nas estradas do Acre, diante da proximidade da estação de chuvas.O apelo foi feito durante sessão da Comissão de Infraestrutura do Senado destinada a examinar a indicação do general Fraxe para a chefia do Dnit, antes ocupada por Luiz Antônio Pagot.  O nome do general foi aprovado por unanimidade e será agora submetido ao plenário.
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Jorge Viana alegou, na sabatina, que as obras viárias na Amazônia só podem ser realizadas durante quatro meses do ano e, com o atraso no cronograma provocado pela troca de comando do Dnit,  os Estados do  Acre, Rondônia e Amazonas serão penalizados.

Segundo ele, as obras nas estradas da Amazônia já sofrem as conseqüências do corte de R$ 50 bilhões no orçamento do Governo Federal.  “Se perdermos a pequena janela de trabalho que ainda temos até setembro, várias estradas correrão o risco de ser destruídas por falta de manutenção”, afirmou.  Para o senador do Acre, o setor de transportes é estratégico para o país e um dos maiores desafios é fazer mudanças e dar respostas sem paralisar a área.

Código Florestal – A Comissão de Meio Ambiente, juntamente com as Comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia, promove esta semana dois debates sobre a reforma do Código Florestal. Nesta quarta-feira, 24, serão ouvidos os ex-ministro do Meio Ambiente, Marina Silva, José Carlos Carvalho, Carlos Minc e Sarney Filho.

Na quinta-feira, 25, será a vez dos ex-ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes, Francisco Turra, Pratini de Moraes, Alysson Paulinelli e José Eduardo Andrade Vieira.

Para o senador Jorge Viana, relator do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente, é importante ouvir os ex-ministros para ter os pontos de vista dos condutores das políticas públicas de meio ambiente e de agricultura nos governos anteriores. Isso contribuirá, disse ele, para termos uma posição madura no exame do Código no Senado, que nos permita resolver problemas que vem do passado e, ao mesmo tempo, garantir que o país cresça mantendo a riqueza dos nossos recursos naturais. (Assessoria)

 

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