PC do B confirma Perpétua como pré-candidata para a prefeitura

O nome da deputada federal Perpétua Almeida foi confirmado ontem (20) como pré-candidata à Prefeitura de Rio Branco. O anúncio foi feito na conferência do PCdoB, realizada no auditório da Secretaria de Educação.
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O partido vai apresentar o seu nome nos fóruns da Frente Popular do Acre (FPA), para que ele seja referendado pelos demais partidos. A orientação da direção nacional é que a legenda lance candidaturas próprias em todas as capitais. A ex-prefeita de Olinda/PE, Luciana Santos, e da deputada federal Jô Morais, que disputou a prefeitura de Belo Horizonte/MG, vieram ao Acre prestigiar o evento.

“A prefeitura não tem cadeira cativa de partido”, assim resumiu Perpétua, deixando a entender que a sua candidatura é praticamente irreversível. Dona de um carisma como poucos políticos têm, ela foi ovacionada quando entrou nas dependências do auditório.  “Este é o PCdoB. Um partido que traz o povo e a militância para as ruas”, destacou ela.

Representantes de quase todos os partidos da Frente Popular, além de parlamentares, estiveram na conferência. “Hoje, estamos no fórum correto, que é a conferência do partido. Vamos levantar um debate sereno, democrático e demonstraremos o quanto o PCdoB contribuiu pela unidade da FPA”, disse o deputado Eduardo Farias, um dos primeiros a se manifestar a favor da candidatura de Perpétua.

O presidente do partido, Edvaldo Magalhães, destacou a administração do prefeito Raimundo Angelim, considerando-a conseqüente e ‘cumpridora’ dos preceitos da FPA. Ao ser ver, a coligação precisa ‘repactuar’ com os partidos, compreendendo que uma etapa se cumpriu e outra está por vir. “A candidatura da Perpétua cumpre alguns requisitos. Ela tem alegria e um enorme poder de mobilização, que envolve diversos segmentos sociais, com destaque para a juventude e para as mulheres”, frisa Magalhães, considerando que o debate ‘da nova etapa’ está aberto.

O envolvimento da sociedade, na opinião dele, legitima uma candidatura majoritária, pois constrói uma agenda e exercita a democracia. “Vamos aprofundar as discussões, estimulando que cada partido traga um nome majoritário para ser avaliado”, propôs Edvaldo, que considera necessário o despertar de ‘novas lideranças’.

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