Governo e Prefeitura lança 2ª fase do programa Guerra Contra a Dengue

Com o slogan ‘Prevenção sim, dengue, não’, o Governo do Estado lançou ontem a 2ª etapa do programa Guerra Contra a Dengue. O projeto abrange mais de 88 escolas e vai envolver quase 80 mil alunos. Objetivando formar agentes multiplicadores, os alunos vão identificar, nas suas casas, se existem mosquitos, quais são os depósitos que servem de criadouros e, no caso da identificação, irão remover estes criadouros. A parceria é formada pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde e de Educação. 
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“Nos casos em que não for possível o aluno fazer a remoção do foco, ele deverá desenhar o local para que a direção da escola solicite a visita de um agente de Endemias”, explicou a secretária Suely Melo, enfatizando que tais criadouros serão eliminados pelos profissionais. “Vamos também desenvolver um trabalho de montagem de armadilhas caseiras nas escolas e em suas residências”, acrescentou o secretário Daniel Zen.

Neste período de estiagem, segundo Suely Melo, o mosquito acha lugares para depositar suas larvas porque os moradores deixam os depósitos d´água sem tapas. Juntas, as secretarias estaduais de Saúde (Sesacre) e de Educação (SEE) desenvolveram o projeto, que envolve alunos do ensino fundamental e diretores de escolas públicas.

“Não há lugar mais apropriado para trabalhar educação e prevenção do que nas escolas. Por isso, a princípio, vamos capacitar nossos alunos para que eles estejam aptos na metodologia de combate ao mosquito. É muito importante o envolvimento de toda a comunidade escolar”, declarou Daniel Zen.

No começo deste ano, o Acre registrou um dos maiores índices de notificações da doença do país. “Não queremos repetir isso. Com esta campanha de prevenção, teremos apenas um problema para resolver: a redução da densidade vetorial do mosquito. No último levantamento do índice de infestação predial (Lira),

identificamos que há 4.3 de densidade vetorial dentro dos domicílios de Rio Branco. Isso significa que quando começarem as chuvas, este número pode dobrar”, observou Suely Melo.

 

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