Política Local 16/03/12

“Quanto mais se abaixam mais a bunda aparece”.
Deputado Gilberto Diniz (PTdoB),
sobre a base do governo na Aleac.

Primeiro, a grana!
Francimar, da empresa de pesquisa Delta, se recusa em  entregar a pesquisa encomendada pelo senador  Pete cão (PSD) e os vereadores do partido de Plácido de Castro, sem receber antes.

Puxando para trás
Ficou certo que Petecão daria uma parte e os vereadores Laurita, Socorro e Holanda complementariam, mas estes, sem ver o resultado, consideram a pesquisa viciada.

Altamente confiável
Conheço o Francimar, sua empresa, Delta, é respeitada por não aceitar emprenhar pesquisas.

CPI, para que?
O deputado Gilberto Diniz (PTdoB) quer abrir a “CPI do Pro-Acre”. Um direito do parlamentar. Mas, não existe algo mais desmoralizado na política que a CPI, não apura nada, é só basófia.

E os outros?
Diniz quer o mesmo peso e a mesma medida para todos os prefeitos: se o Randinho está preso, por que estão soltos o Paulinho, Nílson Areal e Neuzari Pinheiro? É a sua indagação.

Mesma tecla
A deputada Antonia Sales (PMDB) também bate na mesma tecla.  Por qual razão a “presunção de inocência” nas acusações de desvios de recursos só valem para o prefeito Randinho?

Boas mãos
Para o deputado Manoel Moraes (PSB), o caso não é de abrir CPI, por na sua visão, as investigações de supostos desvios de recursos estarem nas mãos certas da polícia e MPE.

Cena hilária
O debate teve uma cena hilária. Gilberto Diniz apelando ao líder do governo, deputado Moisés Diniz (PCdoB): “libere seus meninos (base do governo) para assinar a CPI”.

Menino grande
O deputado Walter Prado (PDT), da base do governo, rea-giu bem humorado: “o deputado Gilberto Diniz é um brincalhão, um meninão, não leva nada a sério”.

Relações tensas
Voltou a ficar tensa ontem a relação entre o deputado Luiz Tchê (PDT) e o assessor de Comunicação da Aleac, João Branã, por supostamente boicotar a divulgação de seus discursos.

Conversa séria
Tchê ficou de ter uma conversa séria com o presidente Élson Santiago (PP) sobre o caso.

Ogã de tambor
Pouca gente sabe, mas o prefeito de Porto Acre, Zé Maria, é “ogã de tambor” (aquele que bate o tambor durante as sessões de umbanda), por isso é bom não mexerem muito com ele.

Polarização errada
A oposição está indo para a polarização errada ao centrar os ataques no governador Tião Viana, por dois aspectos: Tião não está desgastado popularmente e a eleição é municipal.

Cerne da questão
O debate tem que ser em torno da administração do prefeito Raimundo Angelim.

Sinais e botox
O deputado Hélder Paiva (PR) apareceu ontem pela Aleac com vários esparadrapos no rosto. Retirada de sinais, foi a explicação, mas há quem diga que aproveitou e aplicou botox.

Quim
“Quim da Cidade Nova”, eis um candidato a vereador que nasce nos grotões, nas periferias.
 
Racha forte
É de racha, desde domingo último, o clima entre o deputado Jamil Asfury (DEM), seu mentor político pastor Agustinho, da Igreja Batista, e o candidato a prefeito do PSDB, Tião Bocalom.

Vice evangélico
O descontentamento é pelo fato de Tião Bocalom não estar dando a mesma importância que deu na eleição passada, de colocar na sua chapa um vice que represente os evangélicos.

De gaiato no navio
O fato do PP entrar  no ônibus da oposição de última hora é já indicar um vice, sem nenhuma penetração na comunidade evangélica, é outro fator de descontentamento.

Aliança no interior
Os dirigentes dos partidos de oposição se reúnem na próxima segunda-feira na Aleac para divulgarem um pacto de que haverá só um candidato a prefeito em cada município do interior.

Pesquisa define
Pelo pacto, quem aparecer na dianteira nas pesquisas a serem feitas serão os candidatos.

Fora do contexto
Na Capital não muda nada, PSDB e PMDB terão candidatos a prefeito.

Novidade no PRP
Na próxima semana deverá acontecer um fato inusitado no PRP.

QUE VENHA O FRANCIMAR!

Ligou o prefeito de Feijó, Dindim (PSDB), para dizer que é candidato à reeleição, que a aliança de ex-aliados é fraca, não mete medo e, se o candidato a prefeito for o Francimar Fernandes (PT), melhor ainda: “pode vir com a máquina do governo que vai levar uma surra nas urnas”.

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