Política Local 30/03/12

“Em política, você tem que se ter um lado definido”.
(Deputado Pereira (PT), sobre vetos a
requerimentos da oposição).

Ou dá ou desce
O delegado Messias Ribeiro (PSDC) quer sair da reunião de hoje do PSDC, em Brasiléia, com o martelo batido na sua candidatura. Não aceita mais nem um dia de indefinição.  E um basta no diretório municipal, comandado pelo ex-vereador Zemar (PSDC), que prefere se atrelar ao PT.

Situação esdrúxula
O PSDC está numa situação esdrúxula. Messias Ribeiro (PSDC) passa divulgando seu nome, e o grupo do Zemar, que adora uma confusão, atrás dizendo que o PSDC apoiará José Alvanir (PT).

Jogo de empurra
Nesse meio se encontra o presidente do PSDC, Afonso, fazendo jogo de empurra e no muro.

Cartas na mesa
O fato levou o deputado Edvaldo Sousa (PSDC) dizer  na executiva regional: “se detonarem a candidatura do Messias Ribeiro cesso qualquer compromisso com o partido e com a FPA”.

Baixo dos panos
Quem está armando o barraco todo é a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão (PT), que já chegou até conversar com o governador Tião Viana para implodir a candidatura de Messias Ribeiro.

Papo encerrado
Numa conversa ontem na Aleac, o deputado Eber Machado (PSDC) também bateu o martelo no apoio à candidatura de Messias Ribeiro. E defenderá isso na reunião de hoje do PSDC.

Faca no pescoço
O presidente do PRP, Julinho, tem dito por onde passa que, o deputado Astério Moreira (PRP)  reze para o TRE/AC o liberar, pois, se isso não ocorrer não lhe dará legenda à reeleição.

Comunicado formal
O deputado federal Gladson Cameli (PP) comunicou ontem ao deputado federal Flaviano Melo (PMDB) e ao candidato Fernando Melo (PMDB), que o PP decidiu apoiar Tião Bocalom (PSDB).

Anúncio oficial
Hoje numa coletiva em sua sede, o PP anunciará oficialmente sua coligação com o PSDB.

Não é novidade
Quem lê a coluna não vê a notícia como novidade. Há mais de 30 dias dei em primeira mão que o pacote PSDB-PP estava fechado, com o vereador Alisson Bestene (PP) saindo de vice.

Proposta na mesa
Gladson Cameli diz que colocou a decisão do PP indicar o vice em Cruzeiro do Sul na mão do prefeito Wagner Sales: “lhe dei cinco nomes, se quiser nosso apoio, ele escolha um”.

Pura brincadeira
Sobre a proposta do PMDB para o PP retirar a candidatura de Luiz Helosman (PP) a prefeito de Mâncio Lima, Gladson, foi irônico: “quem é quem retira candidatura favorita a prefeito?”.

Território livre
O secretário de Segurança, Reny Graebner, tem que tomar uma providência urgente: Sena Madureira virou território livre de gangues, com enfrentamentos diários, mortos e feridos.

Não é possível!
Não cabe nenhuma desculpa: Sena Madureira não é uma metrópole, todos conhecem a todos.

Caminho errado
O deputado Wherles Rocha (PSDB) optou pelo enfrentamento com colegas. Ontem, disse que o deputado Edvaldo Sousa ruge como um leão na televisão e mia como um gatinho na Aleac.

Debate de ideias
O debate com os contrá-rios tem de ser de ideias e não no campo pessoal.

Espatifou geral
Espatifou geral em Plácido de Castro na oposição. A deputada federal Antonia Lucia (PSC) se juntou com o PSDB-PRTB-PTC-PHS e decidiu apoiar o afilhado Gedeon (PSDB) para prefeito.

Caiu por terra
A tese defendida pelo presidente do PSDB, Márcio Bittar, de que a escolha do candidato da oposição nos municípios se daria por pesquisa foi pelo ralo.

Rainha da Inglaterra
Aliás, o Márcio Bittar no PSDB é tipo a Rainha da Inglaterra, tem o poder e não manda em nada. Quem diz o que deve ou não deve ser feito é o secretário-geral Tião Bocalom (PSDB).

Água batizada
O deputado Edvaldo Sousa (PSDC) fez ontem uma denúncia grave: os moradores de Vila Campinas bebem suco de merda. O açude de onde a água é captada é receptor  de dejetos.

Desastre geral
Edvaldo diz que voltou alarmado de Vila Campinas, onde o prefeito de Plácido de Castro, Paulinho, nem dá as caras, com tanta lama e buraco, um abandono geral dos moradores.

REVOLTA EVANGÉLICA
Ontem, numa roda de deputados evangélicos o que mais se ouviu foi: “o sangue de Jesus tem poder”, quando se citou a vereadora Ariane Cadaxo (PCdoB) como opção de vice de Marcus Alexandre (PT). O motivo não foi político, mas religioso: o fato de Ariane ter travado brigas na Câmara Municipal a favor da comunidade LGBTs e ser uma espécie de madrinha da turma.

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