Itaú Social anuncia abertura das inscrições para a 3ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro

 Com a presença do ministro da Educação, Aloízio Mercadante, do vice-presidente da Fundação Itaú Social, Antonio Matias, de representantes da Undime, Cenpec, Consed, Canal Futura, educadores e imprensa, foi lançado na segunda-feira, 19, na sede do Itaú Cultural, em São Paulo, a 3ª Edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.
Na ocasião, o vice-presidente do Itaú Social, Antonio Matias, ressaltou a importância das parcerias para a realização da Olimpíada. Segundo ele, “um país só se constrói com a educação como prioridade. É ela que transforma o país”.
 
 
Record de inscrições na edição anterior
 
 Na última edição, o programa atingiu 239.435 professores e mais de 7 milhões de estudantes dos ensinos Fundamental e Médio, em 60.123 escolas públicas de 99% dos municípios do país. Neste ano, a meta é superar todos os números, levando mais qualidade na escrita e na leitura.
As inscrições vão até 25 de maio e podem ser feitas pelos professores, de forma gratuita, pelo portal www.escrevendoofuturo.org.br. Podem participar da campanha docentes e alunos do 5º, 6º, 7º, 8º e 9º ano do Ensino Fundamental, além do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio.  O público do 5º e 6º ano deve escrever textos do gênero ‘Poema’. Do 7º e 8º se enquadra na categoria de ‘Memórias Literárias’. Do 9º ano do Fundamental e 1º do Médio se inscreverão para ‘Crônica’. E do 2º e 3º ano do Médio trabalharão com ‘Artigo de Opinião’. Mas para participar a rede de ensino tem que aderir ao programa também. Ou seja, se a escola é do governo, a secretaria estadual deve se inscrever. Se é da prefeitura, a secretaria municipal tem de fazer sua parte.
 

Estímulo à leitura e aprimoramento do texto

 O português e a literatura são as portas de entrada para o aprendizado. De fato, se um aluno não gosta de ler e escrever, dificilmente ele irá ter méritos em outras disciplinas. E aí que vai o grande desafio da escola: despertar no estudante esta afinidade pelo português. Ciente disso,  o ministro da Educação (MEC), Aloizio Mercadante, e representantes da Fundação Itaú Social anunciaram na manhã da última segunda-feira, 19, em São Paulo/SP, a abertura das inscrições para a 3ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.
Mas o que é esta tal olimpíada de português e o que ela tem de tão especial?

 A olimpíada é uma iniciativa ímpar do MEC e da Fundação Itaú Social para juntar as 2 principais vias do ensino. De um lado os alunos de diferentes níveis de escolaridade, com a aplicação de metodologias inovadoras para estimular neles a leitura e familiarizá-los com o aprimoramento da escrita. Do outro os professores de todas as esferas da rede pública, com o aperfeiçoamento da prática didática e com a reciclagem de novos métodos para fazer o aluno aprender melhor. Isto é, a olimpíada trabalha com as 2 frentes básicas para garantir um ensino de mais qualidade.
Em outras palavras, o vice-presidente do Itaú Social, Antônio Matias, resume o concurso como uma ferramenta que aposta na formação dos docentes e que utiliza material formativo de alta qualidade para levar até o aluno um ensino adequado e que o faça, de fato, dominar o português.
 
 
Record de inscrições na edição anterior
 
 Na última edição, o programa atingiu 239.435 professores e mais de 7 milhões de estudantes dos ensinos Fundamental e Médio, em 60.123 escolas públicas de 99% dos municípios do país. Neste ano, a meta é superar todos os números, levando mais qualidade na escrita e na leitura.

 As inscrições vão até 25 de maio e podem ser feitas pelos professores, de forma gratuita, pelo portal www.escrevendoofuturo.org.br. Podem participar da campanha docentes e alunos do 5º, 6º, 7º, 8º e 9º ano do Ensino Fundamental, além do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio.  O público do 5º e 6º ano deve escrever textos do gênero ‘Poema’. Do 7º e 8º se enquadra na categoria de ‘Memórias Literárias’. Do 9º ano do Fundamental e 1º do Médio se inscreverão para ‘Crônica’. E do 2º e 3º ano do Médio trabalharão com ‘Artigo de Opinião’. Mas para participar a rede de ensino tem que aderir ao programa também. Ou seja, se a escola é do governo, a secretaria estadual deve se inscrever. Se é da prefeitura, a secretaria municipal tem de fazer sua parte.
 
 
A premiação

 A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é dividida em 3 etapas de premiação. Na primeira, são selecionados 500 textos (125 de cada gênero) de alunos e professores, que receberão medalhas de bronze, livros e poderão participar de diversas atividades de formação (oficinas de leitura e escrita, visitas culturais, etc) durante os encontros regionais. Na segunda fase, são selecionados os 152 melhores textos de professores e alunos, que ganham medalhas de prata e um tablet, enquanto suas escolas recebem placas de homenagem.

 Já na etapa final, que acontecerá em dezembro, em Brasília/DF, são anunciados os 20 grandes vencedores nacionais. Estes docentes e estudantes ganham medalhas de ouro e notebooks. Enquanto isso, as suas escolas serão beneficiadas pelo MEC com laboratórios de informática com 10 computadores e 1 impressora, além de projetor, telão e livros.

 Para a avaliação dos textos em cada uma das etapas, serão montadas comissões julgadoras específicas. Elas serão compostas de representantes de pais e da comunidade, do MEC e da equipe da Fundação Itaú Social, educadores e especialistas de universidades federais, além de membros da Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação), do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação) e do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) – todas entidades parceiras da olimpíada.

 A respeito do material de apoio, todas as escolas públicas participantes receberão a Coleção da Olimpíada, que virá dividido em 4 gêneros textuais (já citados no 2º parágrafo). O kit tem 4 pastas – uma para cada gênero – que contém o caderno de orientação do professor, uma coletânea de 10 exemplares com textos literários e CD-Rom com textos lidos em voz alta e sonorizados. Oficinas de leitura e produção de texto serão realizadas pelos professores até o mês de agosto, durante as suas aulas de português. O prazo das escolas para a entrega dos textos é até 3 de setembro.

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