Política local 11/04/2012

“Eleição no segundo turno só favorece o candidato do governo”.

(Deputado federal Márcio Bittar (PSDB) 

Fumaça e fogo
A celeuma pode não ter o nível das revelações dos bastidores. Mas há sim dirigentes da oposição descontentes como
    Tião Bocalom (PSDB) toca a candidatura à PMRB, sem ouvir ninguém. Podem negar, mas, é exatamente por isso que não há uma candidatura única.

Para mim não é
Para o grande público por certo é novidade, mas, para mim não é que Flaviano Melo, Sérgio Petecão, Jamil Asfury, Márcio Bittar não engolem Tião Bocalom (PSDB), apenas o suportam.

Eu, eu e eu
A queixa principal que ouço contra Tião Bocalom é que não discute espaços políticos, não tem um projeto que englobe os aliados, mas sim um projeto pessoal, o que implodiu a unidade.

Não vai resolver
Esse problema, que é real, é que me foi colocado por vários dirigentes da oposição, não vai se resolver com desmentidos, com o tradicional está tudo bem, mas com mudança de métodos.

Quebrar a cama
E não se venha dizer ser manobra da imprensa para implodir a oposição. É a mesma desculpa do marido que pegou o Ricardão na cama com a mulher e se vingou quebrando a dita cama.

Ponto positivo
Mas, Tião Bocalom tem um ponto positivo: não se conhece dele um ato desonesto.

Início de tudo
Uma pessoa próxima do pastor Agustinho, da Igreja Batista, me revelou que seu afastamento de Tião Bocalom começou quando o deputado Wherles Rocha (PSDB) assumiu sua campanha.

Métodos da caserna
Segundo essa fonte, Rocha usa métodos da caserna, pensa estar lidando ainda com recrutas.

Quer explicação
 Rocha nega e pede uma explicação: por qual motivo um dia antes o pastor Agustinho prometeu apoiar a candidatura de Tião Bocalom e no outro apoiou Jamil Asfury (DEM)?

Hipótese zero
E sobre a retirada da candidatura de Bocalom para unificar a oposição diz ser zero a chance.

Fazendo estrago
E na FPA, cada vez que a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) visita um bairro, o estrago na candidatura de Marcus Alexandre (PT) aumenta, por se tratar de fogo-amigo.

Sem força
E pelo que dizem alguns comunistas, não há no PCdoB ninguém com força para lhe frear.

Hipocrisia pura
Tucanos andam detonando o pastor Agustinho por declarar apoio à candidatura de Jamil Asfury (DEM). Pura hipocrisia, se ele estivesse apoiando Tião Bocalom estavam aplaudindo.

Volta do anzol
O que ouvi ontem de um deputado do PMDB situa muito bem a arrogância de alguns tucanos: “eles estão esquecendo que essa é uma eleição de segundo turno e que todo anzol tem volta”.

Pá de cal
Com essa gravação secreta de um encontro com o presidente do PSDB, Márcio Bittar (PSDB), o professor Emerson (PSDB) afundou de vez a chance de disputar a prefeitura de Brasiléia.

Chá de cidreira
Que a candidatura de José Alvanir (PT) a prefeito de Brasiléia dá mais sono que chá de cidreira é verdade. Que ganhar seria zebra é verdade. Só que o PT não tem nome melhor no município.

Perda de tempo
Por isso, o movimento de setores mais conservadores da FPA para detoná-lo é tolice.

ZPE
Os deputados saíram entusiasmados ontem da explanação feita sobre o funcionamento da ZPE. Creio que dará certo pela obstinação e competência do secretário Edvaldo Magalhães.

Alvos fixos
E ao afirmar na última entrevista que “projetos pes-soais” implodiram a candidatura única à PMRB, a tacada tem endereço certo: Fernando Melo (PMDB), Jamil Asfury (DEM) e Luiz Calixto.

Sujeitos ocultos
E como sujeitos ocultos da oração Flaviano Melo e Sérgio Petecão.

SEM TIQUES
Que o deputado federal Márcio Bittar (PSDB) queria ser o candidato único da oposição à PMRB é pura verdade. Que saiu do páreo não por generosidade, mas porque viu que não conseguiria isso, idem. E que nunca morreu de amores pelo Bocalom, também. Por favor, sem hipocrisias!

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