Política local 13/04/2012

“Quem muito se abaixa, o fundo aparece”.

 (Sábio ditado popular, aplicável à política)

A escolinha do professor Bocalom
Só um parvo pode crer que o professor Tião Bocalom não sabe Márcio Bittar da presidência do PSDB. O teor do documento vazado à imprensa de uma briga interna do iníciodo ano passado não ocorreu sem o seu aval.

Como sempre
É lógico que,como sempre Tião Bocalom vai negar saber que, seus bad boys tinham autorização sua para divulgar o documento e para emprenhar os sites com matérias contra Márcio Bittar.

Sem diferença
Tião Bocalom (PSDB) e Márcio Bittar (PSDB) têm perfil idêntico: egocentricos e achar que todos lhe devem prestar salamaleques. Na verdade essa é uma briga de egos inflamados.

Não perdoam
Os bad boys do professor Tião Bocalom não perdoam Márcio Bittar por ter ganho a queda de braço pelo comando do PSDB e ter cortado algumas modomias no diretório regional tucano.

Respeitar, como?
A melhor definição sobre briga ouvi ontem na Aleac de uma jornalista: “internamente e publicamente os dirigentes tucanos não se entendem, e querem respeito do público externo”?

Fecho do comentário
E continuou a colega: “se estão brigando fora do poder, se chegarem no poder vão se matar”.
     
Não entenderam?
Após ouvir ontem o tucano Frank Lima apelar pela unidade das oposições à PMRB, o deputado Chagas Romão (PMDB) disparou: “o PMDB tem candidato, ainda não entenderam?”.

Conversa encerrada
O deputado Jamil Asfury (DEM) também é lacônico quando se trata de retirar sua candidatura a prefeito da Capital: “não se discute mais o assunto, sou candidato para ganhar a eleição”.

Cabe uma pergunta
Os tucanos não alerdeiam que ganham no primeiro turno? Então não entendo o motivo pelo qual agora querem desativar as candidaturas do Fernando Melo (PMDB) e Jamil Asfury?

Não é para agradar
Não escrevo para agradar. A candidatura de Marcus Alexandre (PT) a prefeito da Capital não conseguiu ainda a motivação na população necessário a quem é candidato majoritário.

Nem na base
Ontem, por exemplo, numa roda de quatro deputados da base do governo, nenhum deles disse acreditar na vitória de Marcus Alexandre. Quando não há crença em casa isso é ruim.

Correção de rumos
Tudo bem que a campanha nem começou mas há que se fazer uma correção de rumos.

Fora de cogitação
Mesmo com a impossibilidade jurídica do marido Deda ser candidato a prefeito, ainda assim a deputada Maria Antonia (PP), sua mulher, não disputará a prefeitura de Rodrigues Alves.

Nome alternativo
Maria Antonia diz que será buscado um nome alternativo no seu grupo político.

Sérgio onofre
Pelo bom trabalho na presidência do sindicato da Aleac, Sérgio Onofre merece ser reeleito.

Quico é o cara
Vereador Quico (PSDC), eis um bom candidato a prefeito de Capixaba.

Perigo em Tarauacá
O deputado Moisés Diniz (PCdoB) está preocupado com a FPA em Tarauacá, com três candidatos a prefeito e sem uma perspectiva de unidade devido os ânimos inflamados.

Fazer com jeito
Para Diniz, a costura dessa unidade tem que ser feita nas lideranças de Tarauacá, se for feita de cima para baixo, partindo da Capital, corre-se o risco de se espatifar ainda mais.

Está no jogo
Wagner Menezes (PSB), candidato a prefeito de Xapuri com apoio do deputado Ma-noel Moraes (PSB) deixou o cargo que ocupava, ficando livre para disputar a eleição.

Muito forte
Com a mão do Manoel Moraes no ombro a candidatura de Wagner Menezes fica muito forte.

Cartilha cantada
Domingo, em Rio Branco, dirigentes da oposição se reunem para avisar os pré-candidatos a prefeito do Vale do Acre: a oposição só terá um candidato. E por bem ou por mal.

Mesmo tom
Ontem, em Cruzeiro do Sul, no mesmo tom aconteceu a reunião com os pré-candidatos a prefeito do Vale do Juruá.

Céticos
Os principais dirigentes do PMDB ainda não arriscam como vai se comportar a candidatura de Fernando Melo (PMDB) à PMRB, querem aguardar o primeiro mês de campanha.

ENCONTRO  DE PESO
O presidente da Unale, Luiz Tchê (PDT), vai fechar com chave de ouro sua gestão, trazendo para discutir na Capital, na próxima segunda-feira, presidentes de todas as Assembléias Legislativas, as formas da União abater ou perdoar as dívidas dos Estados mais pobres.

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