Política local 17/04/2012

“O único homem feliz é o que não toma nada sério”.

(Fernando Pessoa, poeta português)

Reflexos na face
Sem a expansividade natural, o deputado federal Márcio Bittar (PSDB) se mostrava domingo taciturno no encontra dos dirigentes da oposição com pré-candidatos a prefeito do Vale do Acre. Quem com Márcio conversou diz estar ele magoado e certo do dedo de Tião Bocalom (PSDB) na manobra de seu grupo de comandar os ataques à sua pessoa, em sites  e jornais.

Muro baixo
Rio Branco é terra de muro baixo. Márcio Bittar já sabe quem alimentou sites com matérias contra ele e requentou um documento fora do contexto atual, para publicação na imprensa.

Nada inédito
O documento não é inédito na imprensa,  na época foi esmiuçado aqui na coluna.

Frase definidora
“O que mais me magou nisso tudo foram as palavras vindas da oposição”. Com essa frase em uma entrevista no domingo, Márcio Bittar (PSDB) definiu o que pensa dos ataques sofridos.

Muito claro
O objetivo desse episódio me parece muito claro. Não foram ataques soltos, sem uma meta, mas visaram deixar Márcio Bittar chateado, ao ponto de renunciar à presidência do PSDB.

Solidariedade
O episódio também serviu para aproximar Bittar de Flaviano Melo (PMDB) e Petecão (PSD).

Dado importante
Deixando a briga no ofidiário tucano de lado, as reuniões dos dirigentes de oposição com todos os pré-candidatos a prefeito do interior é um sinal que abandonaram o amadorismo.

Cabeça cortada
A primeira cabeça cortada por não aceitar a nova estratégia foi Paulo Ximenes, destronado da presidência do diretório municipal de Tarauacá. O PSDB apoiará a prefeita Marilete (DEM).

Muito mal
Os dirigentes da oposição voltaram decepcionados com o pré-candidato a prefeito de Brasiléia, professor Emerson (PSDB) pelos ataques pessoais ao ex-prefeito Aldemir Lopes (PMDB).

Questão de tempo
Segundo ouvi domingo, a candidatura de Emerson a prefeito de Brasiléia está detonada.

Conversa sucessória
O desgastado prefeito de Plácido de Castro, Paulinho Almeida (PT), almoçou semana passada no shopping com  o principal assessor político do PT. Prato principal: sucessão municipal.

Questão de honra
Sobre nota da coluna, aliado do deputado federal Sibá Machado (PT) me garantiu que ele lutará de forma enérgica no PT para o Dr. Renato (PT) ser o candidato a prefeito de Plácido.

No muro
A deputada Toinha Vieira (PSDB) deu toda pinta que não será candidata a prefeita de Sena Madureira. Ao falar na reunião da oposição não tocou no assunto em momento algum.

Bem ao contrário
Já o ex-deputado Mazinho Serafim (PMDB)  está em campanha para prefeitura de Sena.

Rancor é pecado
O prefeito de Senador Guiomard, James Gomes (PSDB), que se diz crente, é rancoroso. Rancor não é pecado para os evangélicos?  Atacou de graça domingo o ex-prefeito Celso Ribeiro (PTN).

“Eu sou puro”
Na base do eu sou puro, acusou Celso Ribeiro de trair a oposição e virar petista.

 Só encenação
O PT tirou o nome do jornalista J.Guimarães como seu candidato a prefeito de Sena Madureira. Só encenação. Nílson Areal (PR) é quem indicará o nome a prefeito.

Valeu a iniciativa
Valeu como iniciativa a reunião de ontem promovida na Aleac pelo deputado Tchê (PDT) com presidentes de Assembléias Legislativas, para discutir o perdão das dívidas dos estados pobres.

Não custa
É muito difícil esse perdão pretendido, a União é uma madastra, mas não custa nada tentar.

Pesos pesados
As vereadoras Laurita (PSD), Socorro (PSD) e Jamislene (PMDB) são exemplos de como se exerce um mandato de vereador. Não se venderam ao prefeito Paulinho Almeida (PT).

Não demora
Já está no TRE/AC as ações movidas pelos deputados Astério Moreira (PRP) e Lira Moraes (PRP) contra a decisão do PRP se mudar para a oposição, e com base nisso, pedem  suas liberações.

Aliado principal
O vereador Gilvan (PMDB), preso por usar  “laranjas” para receber por assessorias e lhes repassar os valores é o principal aliado do prefeito Wagner Sales na Câmara Municipal.

VERSÃO DO FATO
O bom jornalismo tem que ter as duas versõs. Sobre o fato envolvendo Márcio Bittar (PSDB), Tião Bocalom (PSDB) fez ontem uma ponderação: “não tenho nada a ver com essa briga, não instiguei e nem mandei ninguém fazer denúncia. Você acha que iria incentivar algo contra a minha pessoa? Quero apenas trabalhar em paz”. Com isso, a coluna encerra a dita polêmica.

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