Política local 29/04/2012

“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”.

(Oscar Wilde, escritor)

Reciprocidade, já
As áreas em que são denunciadas atrocidades pelo exército boiviano contra brasileiros são da Bolívia. Os brasileiros estão lá de favor. Não há como esquecer. Só que tratamos os bolivianos no Brasil com respeito, por isso, vamos dar reciprocidade já, e tratar essa cambada no chute.

Exemplo prático
Um exemplo de como nós brasileiros somos bonzinhos: a prefeita de Brasiléia, Leila Galvão, criou até uma feira para os bolivianos venderem as suas quinquilharias eletrônicas.

Sendo prático
Sejamos práticos. Só por um acidente de percurso Tião Bocalom (PSDB) não chega ao segundo turno na dianteira. Não pelos seus méritos pessoais, mas por encarnar a figura da oposição.

Outra eleição
Significa que com isso já se elegeu prefeito? Claro que não, segundo turno é outra eleição.

Também é o quadro
Também a lógica de hoje é que Marcus Alexandre (PT) é o favorito para enfrentar Tião Bocalom (PSDB) no segundo turno. Não por mérito, mas pela máquina do PT, com governo e prefeitura.

Grande desafio
O grande desafio dos candidatos Fernando Melo (PMDB), Jamil Asfury (DEM) e Luiz Calixto (PSL) na campanha é subverter a ordem da lógica e um deles chegar ao segundo turno.

Eleição é eleição
A campanha propriamente dita começa após a convenção. Pode haver mudanças nesse quadro?  Pode, eleição não é prato feito. Mas, o quadro inicial da largada é o descrito.

Perda de espaço
Numa conversa ontem com um velho amigo e professor da Ufac, ele se mostrava admirado com a perda de espaço do PT entre os universitários, bem ao inverso da década passada.             

Resultado anunciado
Não me perguntem como eu sei: vai sair uma pesquisa em breve com o candidato Motinha (PP) na dianteira para a prefeitura de Plácido de Castro. Pesquisa é como fogo, não se brinca.

Com certeza
Até porque os demais candidatos da oposição não vão aceitar essa pesquisa marmelada.

Acaba de espatifar
Essa estratégia infantil vai acabar de espatifar a oposição em Plácido de Castro.

Para melhor
O senador Jorge Viana mudou para melhor. Ouvi  muito nos últimos tempos a observação. Dá sim para notar. Deixou de lado o discurso: é do meu lado é do bem é do outro lado é do mal.

 Agiu correto
Politicamente está mais que correto. Esse discurso valia antes do PT chegar ao poder.

Ordem expressa
Quem transita no grupo da deputada Toinha Vieira (PSDB)  diz ser “ordem expressa” do seu guru, deputado federal Márcio Bittar (PSDB), que ela seja candidata a prefeita de Sena.

É uma ordem
Segundo esse amigo, um leve sinal com os dedos do Márcio é uma ordem para a Toinha.

Eterno candidato
Esperidião Junior (PMDB) mais uma vez será candidato a prefeito de Jordão. Mais uma vez corre o sério risco de morrer na praia. É que o volúvel voto da comunidade índia é maioria.

Fora da política
Com mandato cassado e as condenações que ainda poderão vir resultado de outros processos, o ex-prefeito de Tarauacá, Wando Torquato (PP), ficará um longo tempo fora da política.

Sem nome forte
E o que mais complica é não ter no seu grupo alguém de peso político para apoiar a prefeito.

Só pode ser
Falando em Tarauacá me vem sempre uma indagação: será que a prefeita Marilete Vitorino (PSD) acha que buraco vota para prefeito? Só pode crer, Tarauacá virou uma buracolândia.

Peso decisivo
O prefeito de Feijó, Dindim (PSDB), não  será fácil de ser derrotado, como alguns políticos adversários pensam. Na cidade divide os votos e na zona rural, com peso decisivo, é forte.

Não são flores
Cardeais petistas não falam de flores quando se referem a uma possível candidatura de Nelson Sales (PR) a prefeito de Sena Madureira e o prefeito Nílson Areal sabe bem disso.

Aposta feita
Mas, há quem aposte que Areal imporá a candidatura de Nelson Sales por cima da pausada.

O nome já diz
“Cargo de confiança”, o nome fala por sí. Então, não há como vincular a perda desse status por alguns engenheiros em secreta-rias  à greve justa da categoria.

Não é das piores
A atual composição da Câmara Municipal de Rio Branco não é a última bolacha do pacote. Mas não é das piores. Claro, existem alguns vereadores que não valem o pagamento de um salário mínimo. Mas, boa parte fez um bom trabalho, reivindicou, e tem como brigar pela reeleição.

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