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Viraram atração

Não é à toa ou figura de retórica quando se insiste que a sociedade, através de instituições como a família, a escola, as igrejas e outras entidades, precisam também engajar-se no combate à violência e à criminalidade.

Ontem mesmo, se divulgou com destaque que uma estudante de uma escola pública foi agredida com uma facada no estômago em uma briga entre outras duas jovens dentro do estabelecimento. Pior é que essas ocorrências não são casos isolados. Até viram atração nas redes sociais.

Evidentemente que não se pode aceitar este tipo de comportamento dentro de um estabelecimento de ensino e educação. No mínimo, deveria levar os educadores a refletir e admitir que algo está errado e precisa ser corrigido. Aliás, alguns professores até lavam as mãos e se limitam apenas a cumprir sua carga horária, dando a situação como caso perdido.

Mas não é assim. A escola, como a família, têm sim sua parcela de responsabilidade nesse clima de violência que grassa na sociedade, na medida em que deveriam transmitir valores como a solidariedade, o respeito ao próximo. Assim como as igrejas e outras instituições.

Vale repetir que um estado policialesco por si só não resolve o problema da criminalidade. A educação, no seu sentido mais abrangente, ainda é o melhor antídoto.