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Sem transigir

Não dá para ignorar ou tergiversar que os índices de criminalidades aumentaram nas últimas semanas na Capital e em alguns municípios do interior do Estado, para insegurança e desassossego da população.

Prova disso foi o que se assistiu no último final de semana, quando se registraram cinco homicídios e vários assaltos a mão armada na Capital, que chamaram a atenção pela sua ousadia e perversidade.

É de se esperar que as autoridades de Segurança Pública tenham analisado esses índices e tomado medidas para preveni-los e evitá-los, assim como se espera que os crimes sejam elucidados e seus autores presos.

Contudo, é preciso que a sociedade não só reclame, mas também reflita sobre essa realidade e assuma sua parte de responsabilidade. Em todas as experiências bem sucedidas no combate à criminalidade as forças de segurança tiveram o apoio decisivo e deliberado da sociedade no sentido de não transigir e compactuar com o crime e até mesmo com as pequenas infrações.

Foi assim com o chamado “tolerância zero” e outros programas bem sucedidos que se conhecem. Sem esse apoio e empenho das comunidades, as polícias sempre chegarão atrasadas para prevenir e combater a criminalidade.