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Edvaldo Souza cobra política ambiental mais eficaz para salvar igarapés

 O deputado Edvaldo Souza (PSDC) reclamou da ausência de uma política ambiental no sentido de conservar os mananciais que cortam as cidades acreanas. Ele citou o exemplo do Igarapé São Francisco que, segundo ele, está ‘morto’.

 “Falta uma política ambiental voltada efetivamente para a salvação de nossos igarapés que se transformaram em verdadeiros esgotos que deságuam no rio acre”, argumenta o parlamentar.
O deputado cristão criticou a política ambiental desenvolvida no Estado e salientou que o Acre que era para ser referência ambiental, entretanto, ‘peca’ em não cuidar dos igarapés que cortam as cidades.

“O que impressiona, é que sendo o Acre, uma espécie de modelo de preservação ambiental para o resto do mundo, seus mananciais pouco a pouco vão definhando e em médio prazo esses igarapés que cortam nossas cidades deixarão de existir”, pontua.

 A exemplo desses igarapés, o Rio Acre registrou o menor índice nível de água, para o período, ou seja, 1,87m. Um dos fatores que contribuem para o baixo nível fluvial é a destruição de nascentes e a não preservação das matas ciliares.

 Edvaldo Souza lembrou a luta encampada pelo professor Claudemir Mesquita, que há anos vem alertando para a morte lenta dos rios e igarapés da bacia hidrográfica  e nada é feito para resolver a problemática.