Política local 12/02/2014

“Nas mentes excepcionais e generosas, a curiosidade é a primeira e última paixão”.
(Samuel Johnson, poeta inglês)

Comendo banha
A base do governo não aprendeu que o deputado Wherles Rocha (PSDB) quer ser atacado para ter notoriedade? Parece que não. Ontem, o Rocha apresentou um título de “Cidadã Acreana” para a presidente Dilma só para provocar o PT e aliados. Recebeu uma saraivada de críticas. Era tudo o que queria. A ribalta dos flashes. Como peixe, a base do governo morre pela boca.

Erro se repete
É um erro que se repete desde a legislatura passada, para a alegria do deputado Rocha.

Falta legitimidade
O deputado federal Henrique Afonso (PV) poucos meses atrás tratava Tião Viana como “exemplo de político”. Por isso lhe falta legitimidade quando agora diz que nada presta.

Como na fábula
Henrique Afonso (PV), na verdade, queria disputar um cargo majoritário pela FPA, o Senado. Não conseguiu. Como na fábula de Esopo, as antes apetitosas uvas passaram a ser verdes.

Voz de comando
O chefe do G-10, Márcio Bittar (PSDB) deu sua voz de comando em definitivo, sobre sua mulher Márcia Bittar: “quem quiser sair da aliança que saia, ela será deputada federal”.

Nada de anormal
Acho normal garantir um mandato. Afinal, a candidatura ao governo do Márcio é de alto risco.

Críticas ao rolezinho
Ontem, ouvi novas críticas ao rolezinho do G-10 pelo Vale do Juruá, pela pouca mobilização. “Se é para ir ao Juruá falar para militantes levados é melhor não ir”, disparou um tucano.

Família Lima
A família Lima, se conseguir se unir em torno da candidatura do médico Daniel Lima (PSDB) a deputado estadual tornará essa candidatura competitiva, pela larga vivência política.

Bela escolha
Chega informação que o economista Adalberto Ferreira será o novo secretário municipal de Finanças da prefeitura de Brasiléia. Se for confirmado é uma bela escolha, conhece a pasta.

Faz quem pode
Para não endividar a prefeitura, o prefeito de Senador Guiomard, James Gomes, cancelou o carnaval popular. Está certo. Não adianta pôr  dinheiro público na festa e afundar a prefeitura.

Irresponsabilidade
Num tempo de penúria financeira das prefeituras do interior é até uma irresponsabilidade pensar em carnaval. Não é o caso de Cruzeiro do Sul, com dinheiro em caixa para a festa.

Decisão na Capital
Será na Capital que o deputado federal Gladson Cameli (PP) decidirá sua eleição para o Senado. Vem do Vale do Juruá com forte votação, mas, terá aqui a sua prova de fogo.

Vitória oral
Quem conversa com o candidato a deputado federal Idésio Frank sai com o sentimento que ele já está eleito, tal é sua contabilidade oral. Tudo bem. Falta agora combinar com o eleitor.

Uma curiosidade
Se você pegar a votação de todos os candidatos a vereadores que disputaram uma cadeira de deputado estadual vai notar que a maioria teve menos votos na Capital do que para vereador.

Palco pronto
Pelo que ouço da cúpula política da FPA, o palco está armado para anunciar a candidatura da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) ao Senado, na próxima terça-feira.

Só uma reviravolta
A escolha do senador Aníbal Diniz (PT) no fórum da FPA só ocorrerá se houver uma reviravolta no voto dos dirigentes, a maioria já declarada para, oficializar, o nome de Perpétua Almeida.

Trombada com o Carioca
No momento que trombou com o grupo do Carioca, no PT, Aníbal Diniz perdeu a indicação.

 Não há como
O que pesou também contra a candidatura do senador Aníbal Diniz (PT) à reeleição foi o fato da vice Nazaré Araújo ser do PT. Soaria antipático, as vagas majoritárias serem todas do PT.

Mal divulgado
Merecia uma divulgação específica do marketing do governo o trabalho desenvolvido na área do combate à hepatite C. Pelo que ouço de especialistas, é um dos melhores do Brasil.

Comendo pelas beiradas
A ex-deputada federal Regina Lino (PTB) vem tendo uma receptividade alta nos contatos sobre a sua candidatura à Câmara Federal. Regina é uma candidata extremamente qualificada.

Fato consumado
Desde o início do processo que a coluna vem noticiando que não haveria candidatura única da oposição ao governo, o que veio a se confirmar: teremos Márcio Bittar (PSDB), Sérgio Petecão (PSD) e Tião Bocalom (DEM). Não era preciso ser expert em política para saber que não daria liga, falta na oposição uma liderança capaz de aglutinar todas suas correntes. E o Márcio Bittar, que poderia ser o candidato único, jogou pela janela ao pensar que puxaria a todos pelo beiço.

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