Política local 13/02/2014

“Quando mil pessoas afirmam uma coisa, ou é a voz de Deus ou uma grande besteira”.
(Ditado italiano)

Proselitismo político
Não encontro outra denominação ao anteprojeto do deputado  Denilson Segóvia (PEN) que quer isentar do ICMS a taxa de  energia das igrejas. É uma gracinha eleitoreira. É uma aleluia com a sacola alheia, pois, cria uma espécie de casta tributária. Se o empresário, que gera emprego, o servidor público e os demais, pagam este tributo, por qual razão, o privilégio?

Extremamente ilegal
O prefeito Marcus Alexandre, consta, quer isentar os imóveis alugados pelas igrejas do IPTU. Seria ilegal. Não se pode isentar de IPTU um imóvel cujo ocupante (a igreja) não é o dono.

Sou cristão
Tenho uma formação cristã, estudei boa parte da minha vida em colégio dos exigentes padres salesianos, não sou ateu, sou religioso, mas, sou contra usar a fé para benefícios terrenos.

Tendência para maquinista?
Custei crer que é do bom deputado Pereira (PT), a ideia do governo criar um trem da alegria de 11 mil vagas para abrigar os servidores irregulares. Tendência para maquinista, Pereira?

Índio não quer apito
Enquanto continua o chove não molha na FPA pela candidatura ao Senado. O candidato a senador Gladson Cameli (PP) vai furando: foi recebido com festa na aldeia dos Yawanawás.

Meu conforto
Vai a minha mais irrestrita solidariedade e conforto ao deputado federal Márcio Bittar (PSDB) e familiares pelo momento difícil que vive, com a grave doença de uma irmã.

O Aníbal, afinou?
Parece que sim. Há todo um indício que o senador Aníbal Diniz (PT) arrefeceu a sua luta para ser o candidato ao Senado da FPA. Todos os ventos sopram para a Perpétua Almeida (PCdoB).

Rodada final
Esta programando um último debate dentro do PT, a acontecer no final de semana.

Carão no microfone
Um dos líderes da greve dos policiais desancava ontem pela manhã os deputados, com um  aviso agressivo: “não venham para nossa assembléia fazer merchand”. Viu, Rocha e Jamil?

Dia do fico
O deputado Luiz Tchê (PDT) vai manter o seu partido na FPA, por onde deverá ser candidato a deputado federal pelo chapão. Com isso morre a chapinha dos nanicos, era seu incentivador.

Contas políticas
As contas do deputado Tchê (PDT) para sair no chapão não são irreais: tem uma chapa com 40 candidatos a deputados estaduais, boa parte competitiva, o apoiando para deputado federal.

Falta de assunto
A oposição pegou ontem o fato isolado de uma idosa cair de uma maca para dizer que nada presta na Saúde. Não há como negar que no atual governo houve avanços na Saúde.

Exigência na mesa
O deputado federal Flaviano Melo (PMDB) teria feito três exigências para apoiar Márcio Bittar (PSDB) ao governo: indicar o vice, o primeiro suplente e um chapão para deputado federal.

Conversa franca
Flaviano também está exigindo do candidato ao Senado, Glad-son Cameli (PP), que traga os candidatos a deputados federais do PP para formar no chapão e ter o apoio do PMDB.

Trunfo na manga
Tanto em relação ao Márcio Bittar (PSDB) como em relação ao Gladson Cameli, o deputado federal Flaviano Melo (PMDB), tem um belo trunfo: o PMDB é essencial para ambos.

Papo de cafezinho
Uma boa fonte da oposição conta que houve uma tentativa fracassada da direção nacional  do PSDB, a pedido do Márcio Bittar, junto ao DEM, para melar a candidatura de Tião Bocalom.

Contraproposta na mesa
A resposta do senador Agripino Maia (DEM), conta esta fonte, foi uma contraproposta prática: o DEM se une com o PSDB e um indica o candidato a senador e o outro a governador.

Como boi no Timóteo
O ex-prefeito Aldemir Lopes elegeu como prioridade, em Brasiléia, derrotar a ex-prefeita Leila Galvão (PT), candidata à Aleac. Com a máquina da prefeitura nas mãos, Aldemir é perigoso!

Volta do anzol
Nas campanhas passadas enfrentou a Leila com ela na prefeitura e ele sem uma banda na oposição, as coisas agora se inverteram, ele está no poder e sabe como poucos usar o poder.

Muito bem costurado
Pelo que se ouve na Assembléia Legislativa dos deputados da base do governo a respeito da candidatura ao Senado, há uma clara divisão. E todos sem um norte e achando que se não acontecer uma costura muito bem feita entre as candidaturas do Aníbal Diniz (PT) e da Perpétua Almeida (PCdoB) pode sobrar farpas para a campanha. O tempo na escolha do candidato a senador da FPA está mais para nuvens e trovoadas que para céu de Brigadeiro.  

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