Polícia Civil deflagra operação “chupa-cabra” I

quadrilhachupaPoliciais da Delegacia Itinerante da Polícia Civil (DIPC) prenderam, por determinação da justiça, os golpistas Luís Henrique da Silva Leal, 21, Samuel David, 37, (africano), John Muller da Silva Lisboa, 23, e Marcelo Felex da Silva, de 32 anos. O estrangeiro estava hospedado em um hotel no centro de Rio Branco, na companhia de Rubilene Cabral de Abreu, 37, que também foi presa.

 A investigação que sobrepujou a quadrilha foi coordenada pelo delegado Roberth Alencar. A ação aconteceu simultaneamente em vários pontos da capital e resultou na apreensão de dois veículos, de luxo (uma Frontier e um Focus), relógios de marca, computadores, gravadoras multimídia, centenas de Cd’s de jogos eletrônicos, além de caixa acústica e uma pistola de pressão.

 De acordo com o delegado que está à frente do caso, a polícia já vinha investigando o caso há três anos e Elissandro da Silva Leal, que está foragido também integra a quadrilha. Pelo que foi possível apurar os envolvidos gostavam de esbanjar dinheiro, em shows fora do Estado e em casas noturnas de Rio Branco e Bolívia.
“Eles faziam compras em todos os lugares dentro e fora do Brasil. Compravam passagens aéreas pela internet, faziam compras no interior do Estado do Acre, na Bolívia, em vários lugares”, revelou a autoridade policial.

“Apreendemos os computadores onde eles faziam a clonagem dos cartões de crédito. Um dos investigados que tinha uma fábrica de CDs e DVD´s piratas em casa foi preso em flagrante. Dois veículos também foram apreendidos. Isso é dinheiro sujo que a polícia esta tirando de circulação”, destaca o secretário de polícia delegado Emylson Farias.

 Conforme o chefe de polícia, Samuel David, africano natural de Serra Leoa, tinha a missão furtar “trilhas” dados sigilosos de acrianos para a confecção de cartões magnéticos, que era processada pelo restante da quadrilha e usados em compras dentro e fora do Brasil. No Acre, a polícia apurou que os golpistas compravam passagens aéreas para fazer turismo, no Sul e Norte do Brasil.

“As prisões ocorreram graças ao comprometimento dos nossos agentes de polícia, escrivães e dos delegados. Estamos falando da operação chupa-cabras I e já formatando a II, onde prisões poderão acontecer fora do Acre”, diz Emylson. O secretário lembrou que quem busca a prática de crimes no Acre encontra mão firme do estado/polícia.  

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