Política local 07/03/2014

“A vida se expande ou se encolhe de acordo com a nossa coragem”.
(Anais Nin)

A hipocrisia pede passagem
A hipocrisia pede passagem para desfilar com sua fantasia rôta na Marques da Sapucai. A primeira-dama, não! A cidadã Marlúcia Cândida, saiu às próprias custas numa escola de samba. Gastou dinheiro dela, já tinha dado a contribuição numa campanha de ajuda aos alagados, não é São Pedro para findar a cheia do Madeira, que crítica hipócrita é essa? Que crime cometeu?

Virar Carmelita
Por ser casada com um governador não pode se divertir, tem de entrar para a Ordem das Carmelitas Descalças, e viver reclusa num convento, não pode sair? Quanta bobagem!

Tremenda bobagem
Ficou difícil aquilatar quem falou mais bobagem sobre o episódio. A oposição tem de começar a buscar bandeiras mais sólidas, mas parece que não aprendeu, e vai continuar no rame-rame.

Ao pé da letra
O PT deveria pegar ao pé da letra a determinação da direção nacional: prioridade máxima na reeleição dos atuais governadores. Se, no Acre, não seguir isso pode acabar até no buraco.

Cada um com seu pirão
Não consigo ver outro caminho que não seja o PCdoB coordenar a campanha da sua candidata ao Senado e o PT o do seu candidato ao governo, se tentarem colar podem morrer abraçados.

Cabo-eleitoral de luxo
Outro que pode afundar se não corrigir os rumos de sua campanha ao Senado é o deputado federal Gladson Cameli (PP), que virou mero cabo-eleitoral de luxo do Márcio Bittar (PSDB).

Camisa de sete varas
Com essa sua atitude, Gladson Cameli se meteu numa camisa de sete varas. Poderia ser o candidato ao Senado da oposição e acabou virando só o candidato ao Senado do Márcio Bittar.   

Santa ingenuidade!
Gladson Cameli ficou tão contaminado com a boa lábia (que lábia!) do Márcio Bittar que saiu procurando uma utopia política: a candidatura única ao governo do Bittar dentro da oposição.

Escorregou na maionese
Cameli poderia estar hoje como candidato único da oposição, mas pisou na maionese. Virou uma espécie de estafeta do Márcio Bittar para tentar cooptar novos aliados para o grupo.

Poucas saídas
Ao senador Sérgio Petecão (PSD) não resta uma atitude digna que não seja a de ser candidato a governador. Afinal, é isso o que vem pregando, rotineiramente, recuar seria desmoralizante.

Tanto faz
Ser cabo-eleitoral do Márcio Bittar (PSDB) ou do Tião Bocalom (DEM) tanto faz, seria como trocar seis por meia dúzia. Não acrescentaria nada ao currículo político do Sérgio Petecão.

Grandes merdas!
O máximo que pode ocorrer indo para o grupo do Márcio Bittar (PSDB) é indicar o primeiro suplente do Gladson Cameli ou o vice do Márcio (isso se o PMDB deixar), grandes merdas!

Fichas erradas
Acontece é que o senador Sérgio Petecão (PSD) jogou as suas fichas erradas: que Tião Bocalom (DEM) acabaria desistindo para lhe apoiar o governo. Agora tem de arcar com o seu erro.

Fez o certo
Queriam o quê do deputado federal Henrique Afonso (PV), depois que foi ludibriado na coligação PMDB-PSDB-PP? Agiu certo ao aceitar ser o vice do Tião Bocalom (DEM) ao governo.

Saiu pela culatra
O que aconteceu é que prometeram ao Henrique o que não tinham na prateleira, o poder de indicar o vice de Márcio Bittar. O enganaram e ainda queriam que ele ficasse na coligação?

Não é bem assim
O deputado Edvaldo Sousa (PSDC) é contra a coligação com o PCdoB. Quer disputar pelo chapão. E nisso é seguido pelo deputado Eber Machado (PSDC), o que tromba com a direção.

Raciocínio matemático
Edvaldo Sousa faz um raciocínio matemático: o PCdoB vai jogar todo o partido para eleger o deputado Eduardo Farias (PCdoB) e ficará eu e o Eber brigando pela outra vaga. Gozado, né!

Assunto decidido
O secretário-geral do PSDC, Osmir Lima, diz que as coisas não são como os deputados querem, mas, como o partido como um todo quer, no caso há uma decisão pela coligação com o PCdoB.

Como ficam?
E pergunta Osmir Lima: como ficam os demais candidatos a deputados estaduais pelo PSDC que não querem ir para o chapão do PT, onde acho que ninguém dos nossos se elegerá?

Belo candidato
Está numa chapa muito forte, o “chapão” do PT. Mas, é um belo candidato, qualificado, experiente o deputado Moisés Diniz (PCdoB), candidato à Câmara Federal.

Lascado e mal pago
O secretário Mâncio Cordeiro (PT) se pensa que deputado vai trabalhar de graça para lhe eleger deputado federal, melhor é nem sair da Secretaria da Fazenda. Tá lascado e mal pago.

Virou unanimidade de descaso
Virou unanimidade a opinião de quem passa pela cidade de Tarauacá: parece uma cidade fantasma, tal é o abandono. Buracos em profusão, lama e mato dão as boas vindas aos visitantes. Você misturar a gestão pública com negócios da família nunca deu certo em prefeitura alguma. E não seria em Tarauacá com o prefeito Rodrigo Damasceno e seus familiares, que daria certo. Hoje, ter o Rodrigo no palanque não dá votos, só tira votos.

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