Política nacional 21/10/2014

“…muito mais força para empresas e menos poder para o cidadão”.
Ministro Ricardo Lewandowski (STF) contrário ao financiamento privado de campanha.

Perda salarial na Petrobras soma 35% na era PT
Consulta aos Acordos Coletivos de Trabalho revela que os  salários dos empregados da Petrobras perderam 35% do  poder de compra desde que o PT chegou ao poder. Remuneração do “nível 201” da estatal era R$ 341,49 em 2002 e equivalia a 1,4 salário mínimo da época (R$ 240), mas o acordo que vigorou até 31 de agosto de 2014 garantia só R$ 669,21 aos empregados, bem menos que o atual mínimo de R$ 724.

Nata também perdeu
Empregados do “nível 774” recebiam R$ 4.603,52 ou 19,1 mínimos em 2002. Hoje, recebem R$ 9.021,50, equivalente a 12,4 salários mínimos.

Nem a inflação
Durante os 12 anos de PT, a Petrobras não conseguiu repor sequer as perdas com inflação. O salário subiu 96%, com inflação de 108,8%.

Ovo garantido
O único item com ganho real foi alimentação. Em 2002, auxílio-almoço na Petrobras era de 99% do mínimo. Hoje equivale a 106%.

Tudo diminuiu
Como a maioria dos benefícios e vantagens concedidos pela Petrobras a empregados equivalem a percentual do salário, tudo é comprometido.

Baixarias no último dia terão direito de resposta
O ministro Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, decidiu convocar plantão a partir da noite de sexta-feira (24), último dia de propaganda eleitoral no radio e na tevê. Ele também abriu prazo de quatro horas, a partir da exibição dos últimos programas, para o caso de desrespeito à proibição de baixarias. Direitos de resposta podem ser concedidos para serem exibidos no sábado, véspera do segundo turno.

Efeito dominó
O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR) acha que “é só o começo” a denúncia envolvendo a ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT) no Petrolão.

Delação premiada
O delator Paulo Roberto Costa revelou que o esquema corrupto destinou R$ 1 milhão para Gleisi e o marido Paulo Bernardo, em 2010.

Quem?
Gleisi e o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) afirmam, como os demais delatados, que nem conhecem Youssef ou Paulo Roberto.

Partido milionário
Dinheiro para o PT não é problema, como diriam Alberto Youssef, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o tesoureiro petista João Vaccari. O partido aumentou em R$ 40 milhões a previsão de gastos nos últimos 5 dias. No total, serão R$ 338 milhões. Isso no caixa 1.

Campanha cara
A campanha do PSDB a presidente não fica muito atrás, em termos de gastos previstos. O partido informou ao TSE a previsão de gastos de até R$ 290 milhões para tentar eleger Aécio Neves presidente.

Otimismo tucano
Os tucanos começaram a semana otimista: ontem, no começo da noite, Aécio liderava com 52 x 48% no tracking interno. Trata-se de medição diária de até 2 mil entrevistas, que apontaria a tendência do eleitorado.

Diferenças
A ministra da Economia do Japão renunciou após denúncia de uso abusivo de verbas para despesas pessoais. No Brasil, desde o governo Lula, cartões corporativos são usados para pagar tapioca, hotéis e restaurantes de luxo, salão de beleza, gasolina, reforma de casa…

Teoria da conspiração
A turma da teoria da conspiração está a mil. Surgiram boatos de internação hospitalar de Lula, para provocar comoção, e até mesmo da simulação de um atentado contra Dilma.

Ciscando pra dentro
Após receber Aécio, Alckmin e Beto Richa, o candidato ao governo do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) terá apoio do senador eleito José Serra e do governador eleito Pedro Taques (PDT).

Eu acho é pouco
Apesar de liquidado em Pernambuco, sem eleger um único deputado federal, o PT tenta promover ato expressivo pró-Dilma no Recife, nesta terça (21), com o apoio do bloco carnavalesco “Eu acho é pouco”.

Segurar a votação
O vice Michel Temer espera levar Dilma esta semana a eventos de campanha no Norte, onde o PMDB disputa 2º turno com Helder Barbalho (PA), Confúcio Moura (RO) e Eduardo Braga (AM).

Pensando bem…
…que atire a primeira pedra o candidato que não tiver parentes agarrados em boquinhas no serviço público.

PODER SEM PUDOR
Identidade revelada
O jornalista Carlos Zarur era presidente da Radiobrás e devedor da família e de si mesmo alguns momentos de descanso. Escolheu o paradisíaco litoral de Maceió, onde alugou uma casa que era um achado: mobiliada, bem conservada, redes na varanda e o mar de Ipioca beijando-lhe o jardim.
Quando abriram um armário, Zarur e a esposa caíram na gargalhada: lá encontraram, digamos assim, a identidade da dona da casa.
Eram toalhas bordadas com o nome de Denilma, a ex-primeira-dama de Alagoas que – reza a lenda – foram muito úteis para manter na linha o maridão Geraldo Bulhões.

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