No Acre, 22,18% do eleitorado acreano deixaram de votar neste segundo turno

Mais de 112 mil eleitores se abstiveram de votar no AC
Mais de 112 mil eleitores se abstiveram de votar no AC

Após três meses e meio de campanha eleitoral, os eleitores acreanos foram às urnas neste último domingo para escolher o governador do Acre para os próximos quatro anos.

De acordo com dados do Tribunal Superior eleitoral (TSE), dos 506.522 eleitores registrados no Acre, 394,157 pessoas compareceram as urnas neste segundo turno, o que equivale a 77,82% do eleitorado acreano. Em relação ao primeiro turno das eleições, ocorrido no dia 5 de outubro, o número cresceu 5%.

No primeiro turno, 87.748 pessoas haviam deixado de votar, o que equivale a 17,32% dos eleitores. Os votos nulos somaram 24.029 (5,74%) e os brancos, 6.153 (1,47%). Os votos brancos e nulos tiveram um pequeno aumento.

Neste segundo turno, 112.365 eleitores se abstiveram de votar no Acre, o que equivale a 22,18% do eleitorado.  Os votos brancos somaram 2.510 (0,34%) e nulos 8.480 (2,15%).

Levando em consideração a eleição de 2010, a abstenção neste ano registrou uma queda de 5%. Em 2010, pleito do qual foram escolhidos os mesmos cargos desta eleição, a abstenção foi de 22,73%. O eleitorado era de 470.545 eleitores e 106.975 deixaram de votar. O total de votos válidos foi de 336.942 (92,68%).

Com 100% das urnas apuradas, o atual governador Tião Viana (PT), conseguiu se reeleger, na disputa contra o deputado federal Marcio Bittar (PSDB). O candidato petista obteve 196.509, o que representa 51,29% dos eleitores. Já Bittar alcançou 186.658 votos, o equivalente a 48,71%.

Em relação à disputa presidencial neste segundo, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 30,1 milhões de pessoas, equivalente a 21,1% de eleitores, não compareceram aos postos de votação.

Os votos nulos somaram 4,63% do total, ou 5,2 milhões de eleitores. Já os votos em branco atingiram 1,71% do total, o que equivale a 1,9 milhões de pessoas.

No total, 37,2 milhões de brasileiros colocaram-se à margem do processo eleitoral ou protestaram contra o seu conteúdo. (Foto: Odair Leal/ A GAZETA)

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