Em cem dias de governo, Seaprof fortalece apoio à produção familiar

Após os primeiros 100 dias de governo, a Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), fez um levantamento das ações desenvolvidas no início da gestão, avaliando os resultados dos programas e investimentos realizados no apoio à produção familiar.

Segundo o titular da pasta, Glenilson Figueiredo, a primeira ação que merece destaque é a visita aos escritórios da Seaprof em todos os municípios para aproximar-se da realidade dos servidores. “Precisávamos verificar de perto as condições de nossos servidores. São eles os responsáveis pela atividade mais importante da Seaprof: o acompanhamento técnico aos nossos produtores”, afirma Glenilson.

As visitas ao interior também foram importantes para aproximar a secretaria das entidades que representam os produtores rurais.  Em cada cidade foram realizadas reuniões com os sindicatos dos trabalhadores rurais e com associações de produtores. “Nossa intenção com esses encontros é dividir responsabilidade com os produtores rurais. Quem produz é que verdadeiramente sabe quais são suas prioridades e onde os recursos devem ser aplicados”, enfatiza.

Entrega de equipamentos
Neste quadrimestre a Seaprof já fez a entrega de 17.568 equipamentos agrícolas para 11 comunidades rurais. Além de 18 barcos e motores para seis comunidades.

Os equipamentos são de extrema importância para auxiliar os pequenos produtores a produzir melhor e em mais quantidade. São equipamentos como roçadeiras, plantadeiras, trilhadeiras, terçados e peladeiras. “Não adianta a gente auxiliar apenas com a ida dos técnicos em cada comunidade. É preciso que os produtores familiares tenham condições de produzir e oferecer ao mercado produtos de qualidade. Assim, proporcionamos aumento na renda e melhoria da qualidade de vida desses pequenos agricultores”, disse Glenilson Figueiredo.

As atividades de apoio à produção rural, promovidas pela secretaria, seguem firmes e nesta sexta-feira, 17, o Governo do Estado entrega mais implementos agrícolas e insumos para as comunidades indígenas de Feijó e Manoel Urbano. (Leônidas Badaró / Agência Acre)

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