Política local 03/05/2015

 “Nunca sente em uma cadeira em quem alguém possa mandar se levantar”.
(Ditado árabe)

Defensores do atraso
O projeto da terceirização, já aprovado na Câmara Federal,  não deve ser analisado pela lupa do atraso e da politicagem, como vem sendo feito por alguns parlamentares, apenas para ser agradável a grupos sindicais jurássicos. Não há perda alguma para os trabalhadores, mas ganhos claros com a regularização de uma atividade até aqui sem normas regularizadoras.

Um estranho no ninho
O presidente do PDT, Luiz Tchê, está numa situação incômoda na FPA. Não conheço um alto dirigente do PT que fale bem dele. Se continuar na FPA, será sempre um estranho no ninho.

Masoquismo político
A permanência do Tchê na FPA, só pode ser vista sob o ângulo do masoquismo político.

Amante argentina
No máximo, o PT o quer como uma amante argentina, se encontrando às escondidas.

Mudou para pior
No primeiro mandato do prefeito Vagner Sales se chegava a Cruzeiro do Sul e se encontrava a cidade limpa e sem buracos, neste segundo mandato a cidade já mostra um ar de abandono.

Este é o problema
Nesta minha estadia em Cruzeiro do Sul conversei com vereadores, políticos sem mandato, empresários, e todos, unânimes, confirmaram que: a FPA não tem um bom nome para prefeito.

Não forjou lideranças
O PT não forjou novas lideranças no município. O único aliado com potencial é o deputado federal César Messias (PSB), que já dobrou o cabo da boa esperança.

Nem ouvir falar
E o César Messias não quer nem ouvir falar, quanto mais discutir disputar a prefeitura.

Tudo um dia cansa
O problema do PT em Cruzeiro do Sul é o mesmo dos outros municípios, os principais cargos do governo são ocupados por caras manjadas há mais de uma década e o eleitor vê isso.

Pode se preparar
O senador  Petecão (PSD) pode se preparar para ter outro nome da oposição disputando uma vaga do Senado, em 2018. Marcio Bittar, nas suas conversas no Juruá, já fala como candidato.

Petecão nem imagina
É mais um erro de avaliação do senador Sérgio Petecão (PSD) pensar que pode ser candidato único ao Senado pela oposição. Ele não tem a ideia da avaliação negativa que tem na oposição.

A política cega
Com toda a desgraceira que é a sua administração no Bujari, ainda assim o prefeito Tonheiro (PT) pensa em disputar a reeleição no próximo ano. É uma boa notícia para a oposição.

Não deixo de registrar
O mandato da presidente Dilma neste segundo governo afundou. Nem se discute. Mas um fato registro sempre como positivo, a defesa sempre em suas falas da liberdade de expressão.

Vai levar um golpe
Pelo que eu ouvi no Juruá de alguns petistas, é bom o Sebastião Correria não deixar o PMDB, sob a promessa que pode ser candidato único da FPA, em Rodrigues Alves, vai levar um golpe.

Posso não concordar
Posso não concordar em muitos pontos, com denúncias sem checar, mas não posso deixar de reconhecer que, a deputada Eliane Sinhasique (PMDB) está muito bem na fita do povão.

Converso muito
Não sou jornalista de ficar trancado, converso com muita gente, e toda vez que eu estou numa roda de discussão política, seu nome é bem citado e bem avaliado, até pelos adversários.

A mesma avaliação positiva
E quando se trata de deputado da FPA, o deputado Daniel Zen (PT) também sempre é citado positivamente e como uma das grandes revelações do parlamento estadual desta legislatura.

O parlamento depura
Na medida em que uma legislatura vai avançando a população vai tendo a sua avaliação pessoal de cada deputado pela mídia, pela forma como é citado, não pense que o eleitor é alienado.

Pesa muito na avaliação
O que também pesa na avaliação de um deputado é a forma como trata o seu mandato. Os dois maiores destaques da Aleac têm algo em comum: boas assessorias e relação com a imprensa.

  Tremenda bobagem
E é uma tremenda bobagem, um erro infantil, deputado achar que trombando com jornalistas vai a lugar algum, muito pelo contrário. O que leva um político a ser destaque é a atuação.

Não é bem isso
Vez por outra vejo análises políticas emocionais. A “Cidade do Povo” não é um reduto do governo como se possa pensar, na eleição passada, se via muitos cartazes do Bittar e Bocalom.

Sem muito o que comemorar
A classe trabalhadora não tinha o que comemorar no 1° de Maio, com salários achatados, inflação, desemprego e a diminuição do poder de compra. Chegou a tal ponto que, a presidente Dilma, sem ter o que anunciar de positivo, não ocupou uma cadeia de rádio e televisão para falar à Nação. E pelo que se tem lido de especialistas em economia, a crise econômica não dará trégua este ano, o que leva a se prever que reajuste salarial dos servidores estaduais e municipais, nem pensar. E será neste clima que a eleição municipal será disputada.

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