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Caso de polícia

O prefeito do município já veio a público para tentar justificar, porém, o que se assistiu esta semana em Porto Acre não tem explicações ou justificativas: centenas de toneladas de alimentos, água potável, colchões, doados durante a alagação, se estragando, apodrecendo em galpões.

Diante de tamanho descaso, o que teriam pensado as pessoas e instituições que, de boa-fé e boa vontade, fizeram suas doações para socorrer as famílias atingidas pela alagação? Indignação e revolta, com certeza.



O Ministério Publico estadual também já veio a público para informar que medidas administrativas serão tomadas para, eventualmente, punir os responsáveis pela situação. É muito pouco.

Pode ser que, legalmente, seja o que a lei recomenda, mas o que se viu foi um crime, um caso de polícia e como tal deveria ser tratado. Não se admite tamanho descaso com a boa-fé e com a necessidade de centenas, milhares de famílias que perderam tudo durante a grande cheia que atingiu aquele município.

A propósito, seria de todo recomendável que se verificasse a situação em outros municípios. Quem sabe não se vai encontrar barbaridade igual ou parecida.

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