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Mudar os interlocutores

É preciso insistir, insistir e insistir: Governo e professores precisam reabrir as negociações para não comprometer o ano letivo, prejudicando assim milhares de estudantes, sobretudo, aqueles que estão se preparando para fazer as provas do Enem e garantir o ingresso no ensino superior.

Para isso, entretanto, é preciso parar com a radicalização e as provocações que até agora só atrapalharam algumas possibilidades de acordo que chegaram a se vislumbrar na semana passada e que não aconteceram justamente por conta dessa radicalização.



A essas alturas, quem sabe, seria recomendável e até necessário que se mudassem os interlocutores de um lado e de outro para desarmar os espíritos e acabar com essas provocações que só pioram a situação.

Vale repetir que educação é um serviço público essencial a que a sociedade tem direito e Governo e professores o dever de prestá-lo com dedicação e qualidade.

Ainda há poucos dias, divulgou-se pesquisa sobre o ranking da educação nos estados, a partir do resultado das provas do Enem e, como se constatou, a colocação do Acre não foi das melhores.

A rigor, até agora, depois de quase dos meses, ninguém lucrou com essa situação. Todos perderam.

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