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O dia seguinte

Apesar de excessos costumeiros, as manifestações realizadas no domingo em todo o País ocorreram dentro da normalidade e vale ressaltar, sobretudo, sem atos de violência. Agora, o que importa é o dia seguinte.

Mesmo insistindo na tese, por enquanto, tecnicamente, inviável do impeachment, as oposições foram às ruas, demonstrando, pela terceira vez, sua insatisfação com o atual Governo. Desta vez, segundo os dados computados por institutos de pesquisa, em menor número das anteriores, embora expressivo em algumas capitais.



De sua parte, o Governo, a julgar pelas declarações de seus porta-vozes, parece ter absorvido as manifestações dentro do que qualificou de “normalidade democrática” e chamou inclusive as oposições para o diálogo.

O que não se pode negar, como bem observou aqui no Estado o governador Tião Viana, é que o País vive uma crise, que a insatisfação é compreensível, e o que se tem a fazer é tomar as medidas para superá-la.

E, com efeito, é isso o que importa à sociedade brasileira como um todo: reconhecer que a crise é real, não é ficção, e superá-la. E isso se faz não somente rufando tambores, mas, com o trabalho. O Governo fazendo a sua parte e a sociedade, também a sua.

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