Política local 24/03/2016

“Tudo que recebi na campanha foi declarado ao TRE. Nunca vi esse dinheiro e quero essa história esclarecida”.
(Tião Bocalom)

Só deu Bocalom
O bafão de ontem na cidade era o nome de Tião Bocalom (DEM) na lista encontrada pela PF em poder da Odebrecht contendo valores de um suposto caixa dois de campanha.

Aparece bem
O nome de Tião Bocalom aparece entre os mais de 200 políticos que supostamente receberam dinheiro desviado da Petrobras para financiar campanhas eleitorais.

Não tem cola
Bocalom que trate de explicar o envolvimento de seu nome. Jogar a culpa em Tião Viana ou no PT não vai colar. Ele diz que na lista consta “projeção para 2014”.

Mais uma
Depois das denúncias de que recebia propina de Furnas, o senador Aécio Neves (PSDB) aparece na lista da Odebrecht. Apressou-se em dizer que é “doação legal”. É o que o PT vem dizendo há dois anos.

Mais da metade
A lista da Odebrecht leva a metade dos deputados federais e senadores para o buraco. Eduardo Cunha, codinome “Caranguejo” estava lá. Aliás, ele está em todas.

Com que autoridade
Com que autoridade a Câmara dos Deputados federais pretende votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que até o momento não cometeu crime algum.

Lembra o Cid
A lista da Odebrecht lembra o ex-governador do Ceará, Cid Gomes, que chamou a Câmara Federal de “casa dos 300 picaretas”.

Não ofende
Perguntar não ofende: o juiz Moro determinou o sigilo imediato da lista dos 200 políticos que receberam dinheiro da Odebrecht. Por que a conversa de Lula e Dilma foi publicada?

Menor rejeição
O deputado Eber Machado, pré-candidato a prefeito pelo PSDC, tem o mesmo índice de rejeição na Capital. Tem tudo para crescer.

Opinião de tucano
Cardeal tucano comentou com a coluna que, “se o PT não tivesse atravessando essa crise toda, o prefeito Marcus Alexandre venceria a eleição no 1º turno”.

É muito forte
Depois de publicada as pesquisas de intenção para prefeito em Rio Branco é que se vê que Marcus Alexandre tem mais do que a soma dos seus adversários.

Característica
A presidente do bairro Wanderlei Dantas, Darlene Silva, atribui o bom desempenho de Marcus Alexandre a duas características: “não promete o que não pode fazer e quando promete faz”.

Não quer acordo
O presidente do PDT, ex-deputado Luís Tchê, deixou claro que o partido apoia Daniel Zen (PT) para vice de Marcus Alexandre.

Defende o partido
Se Daniel Zen for o vice de Marcus Alexandre e ganhar a eleição, o PDT ganha um deputado estadual. Jamyl Asfury, primeiro suplente, assume.

Só no prejuízo
De acordo com Luís Tchê, o PCdoB nunca fez um gesto de parceria com ele e com o PDT. “A FPA já perdeu duas vagas para o Senado por causa do PCdoB”, disse.

Não divide
Segundo Luís Tchê, os camaradas não dividem espaços com ninguém. Não haveria razão agora para apoiar os comunistas na indicação do vice de Alexandre.

Refinado
O deputado Gehlen Diniz (PP) em nada lembra seu primo o ex-deputado Gilberto Diniz (PRTB). Gehlen é irônico e refinado na crítica. Gilberto é força bruta.

Indefinido
Na pesquisa para prefeito de Rio Branco mais de 60% estão indecisos. Isto quer dizer que ainda é muito cedo para uma conclusão eficaz.

Resposta 1
O conselheiro federal da OAB/AC, Erick Venâncio, através de um e-mail, esclareceu que em todas as entrevistas dadas durante a semana referiu-se a um processo de impeachment contra a presidente da República.

Resposta 2
Por isso, explica ele, não haveria razão para mencionar acusações feitas contra Renan Calheiros, Eduardo Cunha e Michel Temer. O advogado informou também que o Conselho Federal da OAB já requereu ao STF, desde dezembro de 2015, o imediato afastamento de Cunha da presidência da Câmara.

É visível
A situação privilegiada de Marcus Alexandre junto à população da Capital é visível. Não precisa de pesquisa para saber que ele lidera e pode até vencer no primeiro turno.

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