Ah, o tal do amor!

Se Deus me ouvisse…. Sei que essa frase já virou até uma música que fala de uma pessoa que clama aos céus para ter de volta seu amor perdido. Afinal, quem nunca? O amor é um sentimento tão contraditório quanto belo quando se é correspondido. Mas, nem sempre isso ocorre. Nem sempre!

Aos agraciados com tal dádiva. Parabéns! Existem pessoas que passam a vida toda querendo sentir, por um instante que seja, amar e ser amado. E isso é sério! Essa versão contos de fadas é tão bonita, né!?

Todos somos sabedores da dificuldade de se conviver com uma pessoa. Só o amor mesmo para ajudar a minimizar os defeitos e aborrecimentos. Na parte prática do conto de fadas a rotina é bem diferente.

Para enfrentar tudo isso, com alegria nos olhos é preciso muito mais que amor. Talvez a paciência e a flexibilidade sejam tão mais importantes que o próprio amor. Afinal o ser humano não nasceu para ceder. E esse exercício é constantemente praticado entre casais, famílias e amigos.

Mas, como todos sabem, existem outros tipos de amor. E o mais preocupante deles é a forma doentia dele. Que em vez de unir, prende. Que faz mal quando deveria fazer bem. Amores assim não ocorrem apenas entre um casal.

Mas, aprisionam relações que deveriam ser saudáveis. Com medo de cair em uma dessas armadilhas, é cada vez mais comum saber de pessoas que se abstém de estabelecer uma relação amorosa.

Seja por covardia, medo, autopreservação ou ainda, só para evitar a fadiga mesmo, o amor não deveria ser evitado. E sim estimulado. O mundo hoje está precisando de mais amor.

A história de com o jeitinho brasileiro se consegue as coisas, já caiu em descrédito. Precisamos colocar o amor em todas as nossas ações, seja no trabalho, com a família ou quando damos bom dia a estranhos.

Assim, as oportunidades surgem. Assim que a evolução ocorre. Além do mais, sendo rabugentos, frios ou mal-humorados só torna a vida mais chata e a convivência com outras pessoas cada vez mais difícil.

Cabe a você decidir como vai ser seu dia. Por hoje, como diz a música…Eu só quero que ele termine bem.

* Bruna Lopes é jornalista
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