Política local 05/04/2016

“Não existe justiça. Apenas partes satisfeitas”.
Francis Underwood, personagem do seriado original da Netflix, House of Cards.

Coberto de razão
O ex-prefeito de Brasileia, Aldemir Lopes, uma espécie  de guru da política local, está coberto de razão ao esvaziar totalmente a candidatura a prefeito do vereador do PP, Joelson Pontes.

Debandada
Aldemir Lopes insistiu para que Joelson Pontes se filiasse ao PMDB. O senador Gladson Cameli (PP) bateu o pé e não aceitou. Lopes deu o troco tirando todos os partidos que apoiavam Joelson.

O fim da 3ª via
Joelson Pontes é um bom nome. Aparece bem nas pesquisas, mas não tem um candidato a vereador para lhe dar sustentação numa campanha.

Balão de ensaio
O lançamento da candidata do advogado Valadares Neto a prefeito pelo PMDB foi apenas um balão de ensaio do Aldemir. O problema é que Valadares tomou gosto.

Leva vantagem
Com a briga da oposição em Brasileia – para variar -, a pré-candidata do PT, vereadora Fernanda Hassem, aumenta as chances de vencer o pleito.

Contagem regressiva
Faltam poucos mais de seis meses para as eleições de outubro. Se a Operação Lava Jato vai influenciar negativamente só depois do pleito.

Não escapa
Em termos de credibilidade partidária não escapa um sequer. Todos, de maneira direta ou indireta, foram citados por corrupção. O saco tá podre.

Passou a bola
O senador Gladson Cameli tem muito com o que se preocupar. Passou a bola de toda a coordenação política do PP para o ex-deputado José Bestene.

Prato cheio
As eleições de 2018 serão um prato cheio para que velhas lideranças políticas tentem voltar para a Assembleia Legislativa.

A fila é grande
José Bestene, Roberto Filho, José Vieira, Hélder Paiva, Elson Santiago, Chico Viga, Lira Morais, Geraldo Pereira. Dizem que até o ex-deputado Manoel Machado quer tentar.

Com a bola toda
A deputada petista Leila Galvão faz um mandato tão bem ajustado que seu nome é ventilado para ser candidata a deputada federal pelo Vale do Acre.

Por mais que tentem
Por mais que tente, o senador Sérgio Petecão não consegue explicar esse casamento do seu partido, o PSD, com o PT da presidente Dilma Rousseff.

É com Gilberto
Questionado sobre o apoio do PSD, a presidente Dilma Rousseff, aliado de Petecão sempre se sai com esse: “É coisa do ministro Gilberto Kassab”.

Mais um
Rio Branco terá mais um candidato a prefeito. A entrada do vereador Raimundo Vaz (PR) empurra a eleição para o 2º turno. O PT já trabalhava com essa hipótese dado o número de candidatos.

Continua
Em relação ao vice de Marcus Alexandre, continua a polêmica em torno do nome da professora Socorro Nery. A cajarana engasgou no PCdoB.

Será do PSB
O vice de Marcus Alexandre pode não estar definido, mas com certeza será do PSB. É o que se ouve dos líderes do partido que transitam no governo.

Porteira fechada
A porteira já foi fechada para quem pretendia ser candidato nas próximas eleições. Ninguém terá mais condições de mudar de partido.

Linha de frente
O presidente da Aleac, deputado Ney Amorim (PT), será um dos coordenadores da campanha do prefeito Marcus Alexandre. Não está centrada em apenas uma pessoa.

Acertou na mosca
Ao definir vários coordenadores de campanha, o prefeito Marcus Alexandre acerta na mosca. Acaba com a ciumeira na Frente Popular.

Só o PP
A deputada Eliane Sinhasique ficou apenas com o PP do senador Gladson Cameli como aliado. Não conseguiu agregar os demais partidos de oposição.

Assuntos desta notícia