Política local 07/04/2016

“Os políticos brasileiros estão precisando é de vergonha na cara. E o eleitor deixar de vender o voto para esse país mudar”.
(Motorista de caminhão durante manifestação em Rio Branco).

Candidatura única das oposições
É mais fácil o ex-vereador Waldir Cabide (PTC) ser convidado pela NASA para uma viagem até Marte do que as oposições terem candidatura única para a prefeitura de Rio Branco.

Conversa mole
Em uma roda de jornalistas, a deputada Eliane Sinhasique (PMDB), que lidera as pesquisas de opinião no campo da oposição, disse que a proposta é “conversa mole”.

Daria ela
Pesquisas feitas até agora com partidos de oposição, Eliane Sinhasique lidera com certa tranquilidade. O fato já inviabiliza outros nomes. Fazer pesquisa seria inócuo.

Um contra-senso
Eliane Sinhasique abrir mão de uma candidatura já consolidada na oposição seria burrice. É o nome com maior densidade eleitoral.

Bem intencionado
O presidente do PR, ex-vereador Carlos Beirute, pode até estar bem intencionado, mas sua proposta de candidatura única não junta a oposição nem mesmo para festejar dia santo.

É pequeno
A prefeitura de Rio Branco é um bolo muito pequeno para fatiar um pedaço para os partidos de oposição. A desconfiança entre seus principais líderes não agrega.

Falta um líder
A oposição tem dois senadores e vários deputados federais. Porém, nenhum deles é capaz de abrir mão de projeto pessoal em nome da unidade para tentar derrotar a Frente Popular.

Era esperado
A admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) tocada pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB) já era esperado.

Enseja mais reação
A admissibilidade do impeachment feito sobre teses fraudulentas contra a presidente Dilma vai ensejar, mais reações a seu favor.

Admitem
A chamada grande imprensa já começa a se dividir em relação ao processo de impeachment da presidente Dilma. Editorial da Folha de S. Paulo causou desconforto em meios de comunicação quando diz temer “a quebra da ordem institucional”.

Só favorece
O jogo da oposição em Brasileia esquematizado pelo ex-jogador de futebol e ex-prefeito Aldemir Lopes (PMDB), consolida a candidatura da vereadora petista Fernanda Hassem.

Dos bons
Aldemir Lopes foi um dos melhores meio campistas que o futebol do Acre já teve. Levou para a política os esquemas táticos. Não fosse ele, o PMDB e a oposição já tinham se acabado em Brasileia.

Posição coerente
Desde o primeiro momento que o presidente local do PMDB, deputado federal Flaviano Melo, foi contrário à aliança do PMDB com o PT. Não pode ser acusado de oportunista.

Discussão vazia
Deputados do PT e do PMDB na Assembleia Legislativa passam boa parte do tempo das sessões trocando acusações. Nada se aproveita.

Confraternização
O deputado federal e ex-prefeito Raimundo Angelim (PT) faz um café de confraternização com colunistas políticos e jornalistas na sexta-feira. Será sabatinado também sobre o momento atual.

Na contramão
Ao que parece o PR decidiu dar uma guinada mais à direita voltando aos braços da oposição. Como fica, então, a candidatura do vereador Raimundo Vaz, que seria uma espécie 3ª via?

Vem se mantendo
Mais ao centro ficou o deputado Eber Machado. Continua apostando todas as fichas em propostas. Segundo ele, no 1º turno o eleitor se sente menos pressionado a escolher um candidato. Vota livre, sem partidarismo.

Todas as fichas
A deputada Leila Galvão (PT) aposta todas as fichas no nome do ex-prefeito Bira Vasconcelos pra ganhar as eleições este ano. Segue liderando as pesquisas.

Sem muitas chances
Apesar do esforço dos partidos políticos, poucas mulheres se interessam pela política. O número de vereadoras na Câmara este ano não deve mudar muito.

Assuntos desta notícia