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Sem sucesso, militares partem em retirada e deixam Saúde do Acre à beira do caos

A importação de secretários para atuar no governo Gladson Cameli fracassou. Na última quinta-feira, 2, o último a cair foi o coronel da reserva do Exército Brasileiro, Lauro Ferreira de Melo. Ele ocupava o cargo de superintendente da Fundação Hospitalar do Acre (Fudhacre) no lugar de Lúcio Brasil, exonerado por Mônica Machado, secretária de Saúde à época.

Assim como Jorge Rezende e Marcos Faustino Marques, Lauro Ferreira completava o trio de militares que formavam a equipe de Mônica Machado. A gestão dela foi um fracasso. Trazida para o Acre em substituição ao secretário Alysson Bestene, a gestão de Mônica foi marcada por conflitos com trabalhadores em Saúde, anúncio de greve e até agressões contra parlamentares, como o protagonizado por Jorge Rezende, que teria chamado os trabalhadores de “vagabundos” e agredido o deputado Jenilson Leite (PSB), na sede da Sesacre.

Lauro Ferreira de Melo deixa o cargo de superintendente alegando ‘questões familiares’. Recentemente A GAZETA publicou reportagem relatando o caos que se tornou a Fundação Hospitalar, com uma fila de espera cirúrgica sem precedentes, além da falta de medicamentos e insumos.

Agora, o governo trabalha um novo nome para assumir o maior hospital de alta complexidade e especialidades do Acre. Nas redes sociais, as apostas são no retorno do odontologista Lúcio Brasil ou a vinda do médico Oswaldo Leal.